Problema com o namoro de um médico

A reciclagem de um material pode transformá-lo em uma versão dele mesmo (papel que é transformado em papel) ou em outro material (papel é transformado em caixa de papelão). Upcycling, que não tem tradução para o português, se refere ao processo de aprimorar a qualidade do material, de um ciclo de uso para o próximo. Pode ser feito com ... A reação de um professor, diante de um comportamento indesejável de um aluno, observada em sala de aula ilustra o uso dessa regra: “você está falando muito alto [descrição do comportamentol, isto está me aborrecendo [expressão de desagrado), repita tudo o que disse mais baixo [especificação da mudança) que, em seguida, o atenderei ... A tua fic 11.04.2019 • 9:58. Notas o print é eterno Elon Musk volta a causar no Twitter e acusa Jeff Bezos de ser “imitador”. Saiba o motivo! O Instituto Ayrton Senna, Cause, ESPM e Ipsos comandam o 4º Fórum de Marketing Relacionado à Causa, de forma online e com participação do norte-americano David Hessekiel, fundador e presidente do “Engage for Good”, principal congresso no mundo sobre engajamento de empresas em causas sociais, hoje e amanhã, das 9h às 13h. By dominating the territories of indigenous peoples, quilombolas, and caiçaras, we have lost tangible and intangible resources and heritage. With our industrial system, we had to develop command and control structures focused on production so that we could achieve standardized and expected results.

Ajuda para aqueles que tem ansiedade...

2020.09.18 10:52 TiaSayu Ajuda para aqueles que tem ansiedade...

Yo mina, Daijobu deska? *ೃ˚
Hoje falarei sobre um tema que me atormenta assim com muitas pessoas diariamente. Espero que esse texto ajude alguém que nessa pandemia, anda sofrendo com o dobro das reações desse distúrbio.
AVISO: Se caso você sofre com este problema e níveis descontrolados POR FAVOR, procure por profissionais para se auto-ajudar. Não tente sobre HIPÓTESE alguma tomar medicamentos por conta própria e nem usar métodos não convencionais. Sempre consulte o seu psiquiatra ou médico sobre suas dúvida, e se cuide da maneira correta.
Bilhetinho: Espero com que este texto seja fonte de muito apoio para aqueles que sofrem disto, um guia para aqueles que querem ajudar alguém que sofre. Espero que, de alguma maneira, posso ter sido útil na vida de alguém e ter alegrado o seu dia ♥
Vamos para o textinho︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶
Bom... Para aqueles que desconhecem a ansiedade é algo comum e todos estão sujeitos a senti-la. No entanto, a ansiedade é uma doença subjacente (Que não se manisfesta claramente) somente quando os sentimentos se tornam excessivos, obsessivos e interferirem na vida cotidiana da pessoa, em resumo: ''A Ansiedade é um termo geral para vários distúrbios que causam nervosismo, medo, apreensão e preocupação exagerada. ''
A ansiedade que estou citando é mais do que o comum do qual estamos habituados. Está além da empolgação de ir se apresentar em uma entrevista de emprego ou comparecer no primeiro encontro; Tal circunstância pode se agravar com traumas ou com problemas persistentes na vida de alguém, e os sintomas são duradouros e limitadores, o que atrapalham a vida desta pessoa.
Os principais sintomas que podem acontecer são:
Para ajudar ou se auto-ajudar, é necessário entender esses pontos e procurar conversar ou se entender. Procurar as fontes e raízes desta ansiedade e tentar muda-las para amenizar os efeitos. E é para isto que existem os profissionais e pessoas que podem te dar esse suporte durante uma crise.︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶ °・❀
Conselhos importantes:;
Para aqueles que querem ajudar alguém que sofre com isto, é necessário entender algumas coisas cruciais... E entender em si o que é a Ansiedade e os seus tipos.
1- A coisa mais importante é se ter PACIÊNCIA.~ A pessoa já está sofrendo com diversos pensamentos a mil por hora, mal conseguindo conter as próprias emoções e atos. Tenha cautela ao se referir e agir, qualquer erro pode dar a entender que a pessoa afetada só está incomodando e atrapalhando a vida dos outros (E vai por mim, isso vai piorar em 1000%)
Tente conversar, ajude-a se acalmar, converter os pensamentos negativos. Incentive fazer algo divertido ou diferente, algo que vá distrai-la e alegra-la. Dê amor, carinho e seja compreensivo. Evite Julgar, apontar erros e defeitos.

2- Seja compreensivo.~ Tenha em mente de que aquela pessoa que sofre de ansiedade, não tem controle sobre os próprios pensamentos e emoções. Evite fazer mistério e joguinhos de adivinhação, assim como botar medo ou pressão. Além de ser algo completamente irritante para qualquer um, para um ansioso ele ficará bem mal e aflito. Ex:;
'' Preciso te contar algo, mas só posso contar amanha'' ou ''Estamos atrasados. Se apresse!''
Faça isso e é uma noite que você rouba desta pessoa. Enquanto a você dorme tranquila, o ansioso fica acordado, pensando em tudo que é possível e o impossível para adivinhar o tema do assunto ou se cobrando por ter feito melhor.Então por favor, não faça estas brincadeiras de mal gosto, prometendo e adiando coisas, isso faz um mal que só o ansioso entende.Entenda que nossa cabeça funciona a mil por hora, diferente das demais pessoas:Ex:;
Pessoa normal: ''Ata certo, tenho que fazer isto e pronto..''
Ansioso: Tá eu tenho que fazer isso... Perai, será que eu desliguei o gás? ESSA NÃO, SE A CASA EXPLODIR VAI SER MINHA CULPA, PESSOAS VÃO MORRER E A CULPA SERÁ MINHA. Mas.... Será que eu tranquei a porta?... E SE ALGUÉM INVADIR MINHA CASA E FAZER TAL COISA.
(Vai por mim, isso não vai acabar tão cedo. Então por favor, tenha consciência)

3- NUNCA, SOBRE HIPÓTESE NENHUMA, JULGUE. EVITE TOTALMENTE DAR TRANCOS: Como dito, a sensação de estar incomodando é constante. Pensamos que a pessoa nos abandonará, ou que estamos fazendo mal a ela ou atrapalhando a vida dela, nos sentimos inferiores e sempre estamos nos menosprezando. Há casos que até mesmo, o ansioso termina um relacionamento bacana apenas por pensar que ele é incapaz, que o seu conjunge não o(a) suporta e nem gosta dele(a).
E realmente, há pessoas que julgam.Falam que somos muito complicados, que estamos fazendo drama ou teatro, nos evitam para não ter alguém ''enchendo o saco'', e que nos afastamos por ser pessoas ''falsas''. Houve até comentários na minha vida, de pessoas aconselharem a opção de término de um namoro, pois deduziam que a menina estava distante, que ela estava traindo e estava sendo seca de proposito.
NÃO! Nos isolamos e nos afastamos por achar exatamente que estamos fazendo algum tipo de male. Jamais julgue ou se deixe elevar por opiniões alheias. Tente conversar e entender, não vá se precipitando. No final, se caso isso tenha força, só sofreremos ainda mais.
4- Ouça mais e seja sincero: Se a pessoa finalmente conseguir desabafar, a escute até o fim. E se ela hesitar por medo ou insegurança, acalme-a e prossiga. Na maioria das vezes, elas só querem ser ouvidas e não receber conselhos (A não ser que ele(a) peça). E o mais importante, não finja falsa sinceridade, não dê essa expectativa falsa, além de ser uma ato bem babaca, isso só mostra que no fim, você não estava preocupado e nem interessado em ajudar de fato, que só fez por mera educação.
5- Convide-o(a) para dar uma volta: Se possível no momento, convide-o para uma volta. Caso a pessoa aceite, converse e tente distrai-la e acalma-la, fazer atividades talvez, fazer alguma coisa bacana. Gastar a energia em uma caminhada ajuda bastante (Bom, pelo o menos para mim ajuda)
6- NUNCA, JAMAIS OFEREÇA BEBIDAS ALCOÓLICAS: É serio, em crises a pessoa pode associar a bebida como um escape. AI meu filho, ficará difícil faze-la abandonar.
7- E por ultimo. Não diminua isto: Ansiedade é algo que precisa de atenção, assim como a depressão. É algo que afeta a vida de alguém de forma profunda, sendo motivo de vários suicídios e problemas graves nas famílias. Não a trate como algo banal e sem importância, é algo que precisa de atenção e empatia.
︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶ °・❀
Conselhos para aqueles que Tem a ansiedade e querem uma mãozinha para amenizar os efeitos ♥
1- Pratique alguma atividade física.Dança, artes marciais, ginastica... Qualquer coisa! Isso, além de dar uma animada e fazer bem para a saúde, ajuda a distrair a mente e ''descontar o estresse''. É um ótimo incentivo.
2- Meditação: Se é algo que me ajudou muito nas minhas crises, é a meditação. Ouvir uma musica calma, controlar a respiração, fechar os olhos e relaxar o corpo. É uma boa pedida e AJUDA muito numa crise.
3- Ouvir musicas favoritas: Como uma ansioso precisa descontar sua energia, desconte dançando ou curtindo uma musica de preferência. Isso ajuda e MUITO, nem que seja necessário repetir a musica diversas vezes ou cantar junto.
4- Mantenha uma alimentação top: Sim, até a comida influência. Evite comidas muito gordurosas em certos horários do dia. Os hormônios podem ser nossos inimigos após alimentação.
5- Desconte em seus Hobbies ou descubra novos Hobbies: Nada melhor do que fazer o que a gente gosta, nestes momentos o Faça! Isso pode ajudar durante uma crise e vai distrair sua mente para focar neste Hobby.
6- Pense ao contrario de tudo!: Se realmente está difícil de suportar a crise e nada está ajudando, Alimente boas sensações. De todos os pensamentos negativos converta para os bons. Ex:;
"'Droga eu teria conseguido se eu tivesse feito tal coisa... Não, eu dei o meu melhor e sei que estão orgulhosos de mim. Vou me esforçar mais para que na próxima eu não comenta o mesmo erro. ''
''Ain... Ela falou tão mal de mim... Por que? O que eu fiz?... Não! Há pessoas que me ama do jeitinho que eu sou, e se essas pessoas que são importantes para mim me amam pelo o que eu sou e amam minha aparência, então eu acredito nelas e que se dane o resto!.
Isso é psicológico, não e deixe levar pelos os próprios julgamentos e não se castigue! ♥
7- Procure se amar e se auto entender, reconheça que todos podem errar, e que errar não é algo ruim. Aprender com os erros é melhor do que aprender com os acertos. Se caso você errar com alguma coisa, não se abale! Se valorize e reconheça que você é incrível e que há pessoas que adoram o eu jeitinho.︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶︶ °・❀

Minha experiencia: Sofro de ansiedade, fruto por parte da minha mãe e traumas vindo da época do fundamental/colegial. Meus dias são difíceis e parecem somente piorar. Minha crises são graves e preciso de ajuda na maioria das vezes, tomo medicamentos para ajudar nos sintomas que, muitas vezes, funciona. O sentimento de angustia é algo que realmente machuca, algo que não me dá paz e me faz ter pânico quase por três dias inteiros.
Quando meu namorado está comigo, me ajudando e me dando suporte e amor é algo muito bom. Me sinto muito bem e sinto que melhoro e evoluo demais a cada crise, é importante entender a existência dessas pessoas na nossa vida e de como isso ajuda a evoluir nosso ser. Já fui muito julgada, abandonada, criticada e realmente, são coisas que apenas pioram minha vida. Mas sigo lutando e espero ajudar outras pessoas como eu o aquelas que tem a boa intenção de ajudar estas pessoas.
Enfim, espero que tenham gostado e ter realmente ajudado alguém ♥
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2020.09.05 23:06 LeprechaunBR O desabafo de um autista.

Olá, turma e, talvez, Luba & Cia. Ltda. Bună ziuă, ce faci? Bom antes de começar de fato, existe uma coisa sobre mim que deve ser considerada. Tenho meus 26 anos e sou autista, tenho dificuldade em expor minhas ideias então, talvez esse texto fique sem sentido ou longo de mais, mas vou me esforçar pra me comunicar bem. (caso queiram cortar e editar, eu aceito a ajuda!) Sou filho de uma mãe solteira, que sempre lutou muito para vencer na vida. Meu "pai" teve problemas com drogas e minha mãe fugiu dele logo que eu nasci. Essa fuga nos fez sempre viver em dificuldade financeira, por sermos sempre nós dois. Ela se abrigou por alguns meses na casa do irmão mais velho dela, junto comigo ainda bebê. Meu tio é um homem muito rico, possui terras e posses, ajudou minha mãe a conseguir um trabalho. Esse período fez minha mãe idolatrar muito o meu tio. Minha infância foi regida em ficar fora do caminho da minha mãe que conseguiu trabalhar como enfermeira em dois turnos num hospital, e tentar me concentrar na escola. Era difícil, os sons e os movimentos das crianças me incomodavam muito e meu desempenho (copiando e fazendo tarefas no caderno) era terrível, embora eu fosse reconhecido como um aluno muito inteligente. Meu tio e sua família, bem como o restante da minha família sempre fez questão de mostrar que eu não era homem o bastante e nem merecia o respeito deles. Com piadas, pegadinha e comentários maldosos que eu só fui compreender quando comecei a fazer terapia. Aos 19 anos, morando sozinho eu tive a oportunidade de fazer psicoterapia, onde com uma equipe muito carinhosa e dedicada à mim, eu fui diagnosticado com a síndrome de Asperger, um dos espectros autistas. Esse diagnóstico foi chocante, mas fez com que muitas peças se encaixassem e eu entendesse o porque de eu ser tão estranho. Bom, minha família é extremamente machista, racista e capacitista. Quando comentei do diagnóstico minha mãe disse que não acreditava que eu tinha ido num médico de doido e colocou esse diagnóstico como culpa pra tudo que dava errado comigo, empregos, namoros, etc. Eu tinha que conter minhas crises em casa, não podia demonstrar o que estava sentindo. Certa feita ela descartou meus remédios porque "eu ficava estranho" quando os tomava. O ápice desse desabafo acontece agora. Eu iria fazer uma prova importante na casa desse tio, que não gostava de mim. Naquele dia eu, que sempre busquei a aprovação dele, comentei que estava buscando um intercâmbio gratuito na Espanha. Nesse momento ele me sentou numa cadeira e por mais de uma hora me ofendeu, me comparando ao meu "pai" me chamando de coisas muito pesadas, afirmando que eu só queria que minha mãe morresse pra eu pegar o dinheiro dela. (talvez porque eu pedi ajuda para pagar um mês de aluguel quando me mudei porque não iria receber naquele mês) e o pior foi que minha mãe agradeceu a ele por ter falado. Eu tive uma crise sensorial muito intensa, eu não sei como descrever essas crises, mas é como se sua pele não coubesse no seu corpo, tudo parece coçar muito e por mais que você puxe o ar ele não vem. Me mandaram parar de frescura. Tive que fazer a prova com esse espírito. (infelizmente reprovei) Minha terapeuta me ajudou a entender que eu não preciso ficar próximo deles, que eu devo buscar pessoas que me fazem bem. Hoje a pesar de ainda ser a vergonha da família, eu vivo até bem. Sou formado em fisioterapia e me especializei em neuropediatria e agora busco uma especialização em terapia intensiva, namoro uma mulher incrível e consigo conviver com o autismo. O recado que deixo, caso esse desabafo seja lido, é que você é mais! Você é mais que uma família complicada, você é mais que um diagnóstico, existe um mundo inteiro dentro de você!
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2020.09.02 18:10 gusuniverse Pessoas com ansiedade ou Síndrome do Pânico: qual foi o primeiro sintoma que sentiam?

E aí gente, tudo bem? Semana passada, eu passei mal, tipo como se estivesse com a pressão baixa. Como era impossível eu me deslocar imediatamente ao hospital (eu estava só em casa), fiquei apavorado achando que era um problema súbito. Tirando o coração acelerado e o nervosismo, só senti isso mesmo. Aferi a pressão arterial e estava 14/10.
Como no começo do ano eu fiz uma série de check ups cardiológicos devido a uma suspeita de hipertensão, voltei ao médico supondo haver alguma ligação entre o meus sintomas. Resultado: o cardiologista me encaminhou para um psiquiatra supondo ser Ansiedade ou Síndrome do Pânico. Disse que eu estava bem do coração, sem nenhuma doença e que, por ser jovem (tenho 24 anos), era desnecessário eu “viver” no cardiologista.
Entretanto, eu fiquei confuso porque não me lembro de ter sofrido nenhum trauma ou abuso na minha vida. Quer dizer, desde criança eu sempre fui meio hipocondríaco. As manias típicas TOC assombraram a minha adolescência inteira (mas nunca cheguei a um diagnóstico médico sobre, só os meus sintomas que eram muito parecidos). Até hoje esses pensamentos intrusos me afetam, porém numa escala muito menor do que era na juventude. Todavia, pelo que eu vejo na internet e redes sociais, há sempre um “gatilho” pra despertar as crises de ansiedade, certo? Como problemas na família e namoro, desemprego, baixa autoestima, insegurança com a aparência e sexualidade e essa própria pandemia do coronavírus. Mas nada disso é o meu caso.
O que vocês acham? Eu devo me consultar com um psiquiatra ou a causa seria mais “orgânica”, devendo procurar outro cardiologista? Agradeço desde já!
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2020.08.22 02:27 Luizinguitar3 Não aguento mais lidar com merdas de terceiros que refletem até na vida pessoal de quem não tem nada a ver.

Minha mãe é uma pessoa que sempre estudou muito e fez de tudo para nunca precisar contar, financeiramente e/ou emocionalmente com a família que ela tem, no caso, a mãe, pai e irmã dela. Construiu uma carreira na área de química ligada a radiação, hoje é pesquisadora e, apesar de estarmos falidos por causa de terceiros, ganha bem.
Tudo foi bem na medida do possível, até que, em por volta de 2007, meu avô, pai dela e já idoso, foi preso num esquema criminoso aí que rolou (nada muito sério, tipo matar alguém, mas ainda assim crime) e ela teve que gastar boa parte da grana que ela não tinha com advogado para, além dele, minha avó e minha tia que era cúmplices de tudo.
Alguns anos depois dessa treta, minha avó, que não olhava na nossa cara há pelo menos uns 8 anos, oficialmente perdeu tudo que tinha e veio morar aqui em casa, que não é um lugar grande, e ficou quase 5 anos (de 2015 até o final de 2019) nos enchendo o saco, já que ela é uma pessoa extremamente ingrata e egoísta, fazendo com que pessoas que amávamos e que frequentavam nossa casa nunca mais nos visitassem e, de quebra, como tinha sido recém diagnosticada de um câncer, gastando mais dinheiro da minha mãe, porém não dizia nem um obrigado para nada. Uma vez minha mãe sofreu um acidente de carro, chegou em casa visivelmente machucada e ela só foi reparar 3 dias depois (e eram hematomas gigantes no pescoço e braços, ou seja, dá pra ver fácil). Mesmo não querendo e evitando demonstrar, minha mãe sofria muito com isso.
Nesse meio tempo, meu avô saiu da prisão e aí foi mais grana da minha mãe pra sustentar ele agora, que mora com a irmã dele, tia da minha mãe, e, de quebra, ainda teve que pagar dívidas absurdas da irmã dela, que nunca paga o que deve, não faz absolutamente nada para os pais e ainda é extremamente grossa e agressiva com a minha mãe. Entre 2007 e 2015, minha tia morou com minha avó e sentava a porrada nela (na época minha avó tinha entre 70 e 78 anos, ou seja, idosa), e mesmo assim é a filha favorita de ambos até hoje.
Pra coroar a treta toda, no final de 2016 meu pai, que mora com a gente, começou a demonstrar uns comportamentos estranhos e só esse ano (por volta de março se não me engano) finalmente um médico o diagnosticou com uma doença cujos sintomas casam com o que ele tem. Ela se chama demência fronto temporal e, se pesquisarem sobre casos, vão ver que a rotina da pessoa e das que convivem com ela mudam muito devido a isso. De quebra também, o gasto mensal aumentou muito, além de tudo, devido a necessidade de médicos, já que nosso plano de saúde que é o único que conseguimos pagar não ajuda em praticamente nada, e, pra coroar, o salário dele e da minha mãe caíram em mais de 50%. Se não fosse o auxílio emergencial e um auxílio que tô recebendo pela faculdade nem sei o que faria, já que também não ganho lá muita coisa pelo trabalho e, como sou autônomo, não tem como contar muito ainda mais nesse período.
Apesar de ser uma pessoa doce, inteligentíssima, tratar todo mundo bem, todo mundo gostar muito dela e admira-la bastante, inclusive eu, sei que ela tenta muito ser uma ótima mãe, mas não é a pessoa mais atenciosa do mundo em relação a mim e minha irmã. Os únicos assuntos que ela conversa comigo são faculdade e trabalho (ela é acadêmica e sonha com meu doutorado, sendo que nem no terceiro período da faculdade tô). Normalmente, como ela tem que carregar o mundo nas costas, ela se preocupa mais em resolver o que dá pra ser resolvido e tapar o que está ruim com uma peneira até não dar mais e aí precisar resolver.
Meu pai era um excelente pai e realmente não é exagero, mas na situação atual não é como se ele conseguisse dar conta das coisas, mesmo qu minimamente, então ela se sente frustrada e sozinha por ter pedido o suporte dela. Ambos se davam muito bem e foi (e é) bem foda pra ela.
Apesar de eu já ter o diagnóstico médico de depressão há pelo menos uns 5 anos, esse período de pandemia piorou tudo e, além disso, tenho tido crises bem ferradas de ansiedade. Não só devido a minha família, mas também porque namoro uma pessoa cuja mãe é (diagnosticadamente) narcisista, que faz a vida dela um inferno e, apesar de termos um relacionamento foda entre nós dois, eu estou sempre preocupado com o que essa mulher possa fazer. Além disso, mesmo quando não rola nada, não consigo dormir bem. Até malhando e tomando remédios (prescritos) tá ficando difícil e sinto que estou a beira de ter um colapso nervoso. Muitas noites me vejo tremendo, sem conseguir respirar, com pensamentos suicidas e completamente exausto, mas sem conseguir dormir. A única coisa que tenho feito fora de casa é levar meu pai pro mercado e na padaria, porque ele gosta de, nas palavras dele, "dar voltinha" no quarteirão, e ir no banco quando preciso resolver algo. Ou seja, se eu já não tinha muita "vida", agora tá pior ainda.
A questão é que essa parada de, não só minha mãe, mas principalmente ela (que é meio que meu único apoio familiar e na vida além da pessoa que namoro) fazerem tão pouco de mim e do que sou e sinto fica me matando porque não importa quantas vezes eu peça ajuda, ninguém ouve. Tenho muito medo de acabar tendo um colapso nervoso, como já aconteceu antes.
Faço acompanhamento psicológico há uns anos e recentemente (faz uns 3 meses) mudei o atendimento de 1x para 2x por semana, mas o que são só duas (dependendo da semana menos) sessões de terapia para alguém que passa a semana cagado?
E, assim como a pessoa que namoro passa com a mãe dela, ter que lidar com um monte de consequências ruins na vida por causa de coisas merdas que terceiros que pouco tem a ver com a sua (como meus avós, minha tia e minha sogra, por exemplo) e se ver completamente sem perspectiva por causa dos outros é muito ruim.
Não tenho muitos amigos (não que dê pra pedir algum apoio nem que seja pra ouvir como me sinto) e minha família, que já era distante, depois da doença do meu pai simplesmente sumiu.
As vezes sinto que minha mãe quis ter os filhos, mas nunca pensou de fato em como seria cuidar deles, até porque ela nunca teve quem cuidasse dela, então nem faz ideia de como é isso e, de fato, quem era mais ativo no nosso dia a dia, até porque o horário de trabalho dela era menos flexível, era meu pai, então até essa quarentena ela nunca tinha ficado tanto tempo perto da gente e muito menos em casa.
Tenho uma irmã, que é menor de idade, e minha mãe até dá um certo apoio e presença maior a ela por conta disso, mas, no meu caso, é como se eu fosse só uma pessoa que mora de favor aqui. Entendo que muita gente se sente assim depois que faz 18 anos, mas é foda principalmente quando não se tem ninguém para contar, ou ao menos um amigo pra desabafar.
Tenho muita dificuldade em fazer amizades, o que piora tudo, e acho que isso também vem do fato de que, apesar de eu sempre ter sido uma pessoa introvertida e mesmo assim conseguisse fazer uma ou outra amizade, os últimos tempos pra cá, por estar sempre ansioso, preocupado e correndo pra lidar com a minha família, seja porque meu pai não pode ficar sozinho em casa, ou porque trabalho, ou porque deu uma merda nova na vida da minha mãe e ela tem que resolver em cima da hora ou porque minha irmã tomou remédios demais e foi parar na UTI (sim. Já rolou algumas vezes, já que ela também é depressiva).
Para botar a cerejinha no bolo, sou homem trans e comecei com os hormônios há cerca de um ano, logo minha cara tá bem diferente e minha mãe não lida bem com isso, então, querendo ou não, isso também afastou mais a gente. Nas palavras dela quando contei: "eu já tenho um monte de problema pra resolver e você me aparece com mais isso?"
Penso muito em sair de casa, pouco antes da pandemia tava começando a tirar isso do papel, mas sempre que comentava sobre a ideia, como algo hipotético, todo mundo aqui falava que agora não dava, porque eu tinha que ajudar a cuidar do meu pai, e, com a pandemia, desanimei de vez (e o dinheiro todo acabou, pois era isso ou mais dívidas.)
Percebo sim que minha mãe tem uma preferência pela minha irmã, pois, por ela gostar mais de estudar que eu, principalmente coisas tidas como "normais" (normal eu digo coisas que compreendem as áreas de exatas, humanas, línguas e biológicas. Claro que nada é tão simples assim, mas eu faço faculdade de música então forçando a barra acho que deu pra entender a comparação), se for pra escolher quem vai cuidar da casa e do meu pai e quem vai estudar acho que já temos uma resposta. Além disso, a personalidade de ambas é bem parecida.
Realmente não sei o que fazer. Não sei se alguém vai ler até o fim, digitei tudo de uma vez. Só queria me sentir capaz de ter a minha própria vida, não só financeiramente, mas sem situações que bloqueassem completamente qualquer coisa que eu tentasse e automaticamente fizessem com que eu me sentisse cada vez mais sufocado nessa bola de neve gigante.
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2020.08.19 05:32 dandanyami A ex do meu namorado que virou minha stalker

Ola Luba, papelões zumbis, possível convidado e turma que esta a ver.
Vocês adoraram a história de quando a minha mãe tentou ensinar o médico a fazer a cirurgia então eu vim com mais uma, como o luba ta de ferias e acho que não tem como ir pra video vou dar mais detalhes.
Algumas informações importantes para a história, eu namoro a 10 anos em um relacionamento aberto, quando começamos a namorar ja decidimos que ia ser aberto e da super certo com a gente, e foi com nosso estilo de relacionamento que começou essa confusão que me persegue até hoje, essa historia acontece ao mesmo tempo que eu acompanho minna mãe nos exames e cuido da relação cirurgica dela da historia anterior.
O ano era 2017, eu e meu namorado iamos a eventos geeks todos os anos e por conta de estagio e faculdade eu não iria conseguir ir, mas meu namorado foi, depois desse evento em que ele acobou fazendo varias amizades ele se aproximou muito de uma menina que vou chamar carls, carls aparentemente tinha muitos gostos em comum comigo e por isso ele queria apresentar ela pra mim, e eu tinha pouquissimos dias livres, eu trabalhava num projeto da faculdade e quase sempre taca fazendo pesquisa e discutindo com minha orientadora, quando não estava no estagio ou no hospital com a minha mãe. Então eu conversei e mostrei pra ele os dias que eu poderia sair pra conhecer a Carls.
Ele tentou marcar varias vezes de sair com ela e comigo mas ela nunca podia, mas quando não era meu dia livre ela podia qualquer hora, e bem, eu sou distraida mas não sou burra entao eu me liguei que ela poderia estar a fim dele e estivesse bolada com a minha existencia, então como uma pessoa civilizada eu falei com meu namorado deixando claro sobre o que eu achava e que se ela e ele quisessem algo era ok, mas ela ia ter que entender que eu e ele estavamos juntos e ela não poderia me evitar pra sempre.
Quando ele tentou conversar com a Carls sobre isso ela negou tudo, e eu e ele somos o tipo de pessoa que se alguém diz "não" é não e seguimos a vida, a pesar que eu ainda achava que alguma coisa esquisita tinha, a prova veio em um dia que ele ia sair com ela e minha orientadora me ligou cancelando a reunião, eu falei com o meu namorado e ele disse "vem comigo então porque ela não tem nada hoje, vai dar pra vocês se conhecerem" quando estávamos prestes a sair pra encontrar com ela, ele mandou uma mensagem perguntando se ela ia, ela disse que sim e então ele avisou que eu ia junto, na hora ela arrumou uma desculpa dizendo que nao poderia ir, e eu só olhei pra ele e disse "ela não gosta de mim, ela com certeza esta apaixonada"
No dia seguinte eu sai do hospital depois de acompanhar minha mãe nos exames e fui fazer compras, eu sabia que eles iam sair só que eu não sabia onde e coencidentemente fui no shopping que eles estavam, vi eles de longe conversando, ela me viu, fez a maior cara de cu que ja vi e puxou meu namorado pra longe antes que ele me visse.
Eu sou uma pessoa tranquila e não tenho ciumes mas eu realmente odeio que me tratem de maneira grosseira quando nao fiz nada, entao eu falei pra ele que eu nao gostava dela, que nossa relação era aberta mas tinha respeito então esperava que ele me respeitasse e nao tentasse mais me envolver com ela, e ele me respeitou nisso, nao falou mais sobre ela pra mim e estavamos de boa, ate eu perceber que ele tava ficando muito mal.
Eu perguntei o que tava acontecendo e ele resolveu falar, essa menina tinha se declarado pra ele, eles saiam juntos e estavam meio que serios, eu não tinha problema pra isso, eu também saia com algumas pessoas de vez em quando, o problema é que a menina começou a falar que tinha depressão e ia se matar e era tudo culpa do meu namorado, ele me mostrou algumas partes de conversa com ela e me perguntou o que ele fazia pra ajudar.
Eu sensata e sabendo que aquilo era abusivo e uma maneira dela controlar ele, eu disse claramente que eu nao queria ele daquele jeito, que ela tava fazendo mau pra ele e que era pra ele se afastar dela pois ela estava sendo abusiva, quando ele falou com ela que eu não aprovava mais eles juntos, ai ela tentou ir atras de mim, me chamar sair pra me conhecer e falando que amava ele, eu falei pra ambos que aquilo não era problema meu, que eles fariam o que queriam mas se eu visse o meu namorado daquele jeito de novo ia foder com ela.
Eles tentaram por alguns meses mas a menina ainda era super abusiva e vivia ameaçando se matar e falando que era tudo culpa dele, e ele realmente tava preocupado, ela se fazia de vitima pros amigos dele dizendo que eu era ciumenta e tava perseguindo ela, e eles acreditaram nela e ficaram morrendo de dó, até que um dia em um surto de raiva ela me chamou de puta e falou que se eu morresse ninguém ia sentir minha falta pro meu namorado e foi ai que ele percebeu que tipo de pessoa ela era e ele terminou na hora.
Ai voces podem pensar, a historia acabou não? Bem o circo começou a pegar fogo com o termino deles pois uma vez que ela tava falando que ia se matar (motivo daquela vez: ele demorou 5min pra responder o whats) a bateria do celular dele acabou enquanto ele tentava acalmar ela e ele usou o meu pra ligar pra ela e se certificar de que ela não ia fazer besteira.
Carls tinha meu numero, ela pegou algumas fotos do meu insta, criou um tinder falso com fotos minhas se passando por mim e passava meu whats falando que eu tinha fetiche em ser xingada, ela fez isso por dias ate que o meu namorado comentou casualmente que eu tinha ido na policia, depois daquele dia os caras do tinder pararam, mas ai comecou perfis fakes desses numeros gerados em site me mandando fotos de pau tirados do google e me xingando.
Ela de tempos em tempos cria uma conta nesses sites pra mandar fotos de pau e me xingar, vou deixar o print da ultiza vez que foi bem recente, vai fazer tres anos mas essa menina me stalkeia ate hoje, cria perfil fake pra ver o que faço nas redes sociais e esses perfis de whats pra mandar mensagem, minha namorada de São paulo e meu namorado acreditam que ela tem ódio demais pra não ser alguma paixão secreta por mim. O que vocês acham?
http://imgur.com/a/DjX32JE foto da última
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2020.08.02 07:56 jogarfora12341111 Eu estou prestes a desistir

Sinceramente não sei se aguento muito mais não. Não sei mais o que fazer. Raramente eu posto coisa aqui no reddit mas quem sabe opiniões de estranhos na internet ajudam.
Eu cresci numa casa muito horrível. Não por mal, mas sofri vários abusos, físicos e psicológicos. Isso acabou fazendo com que grande parte da minha vida eu passasse deprimido, desde os 12 anos, tenho 20 hj em dia. Eu nunca tinha percebido, achava que era só o meu jeito e que pensar em se matar 24h por dia era normal (ate pq na época piada com suicídio era a boa). Eu só fui perceber o quão ruim eu estava durante o meu 3 ano do E.M. com toda aquela pressão de vestibulares, futuro e etc
Eu não conseguia me preocupar com nada daquilo, a minha preocupação era quando eu ia usar a próxima droga, se eu ia cair morto eu algum lugar (caso eu desse sorte), quando q ia arranjar grana pra próxima garrafa de vodka. Mas no meio de toda aquela merda, arranjei uma namorada (um anjo que me impediu de fazer merda muitas e muitas vezes) e depois de anos de tratamento pra inúmeros problemas (eu cheguei a desenvolver agorafobia e pânico, não conseguia pisar um pé fora de casa sem passar mal) consegui me reerguer.
Decidi mudar pra dar uma força pra um parente com câncer, tentar conseguir um trabalho e estudar pra passar em medicina. Tava tudo indo certo, ate a merda ir pro ventilador. Eu vi o parente sofrer na mão dos médicos que eu tanto admirava, os maus tratos e a negligencia. Desanimei de med mas isso não ia me parar. O parente faleceu, foi um baque mas já que eu tava aqui, decidi continuar e tentar arranjar um emprego. Consegui algumas entrevistas mas corona, eu sou do grupo de risco, tive que inclusive recusar uma oferta onde fui aceito. Pelo menos ainda tinha o meu namoro, 4 anos, a única coisa que imaginei que fosse estável na minha vida, minha rocha. Começou a dar inúmeros problemas por causa da distancia
Eu consigo sentir que eu to mal de novo. Nao quero me entregar, mas to cansado de tudo. Do que adianta? Eu ralei 3 anos sem parar pra sair do buraco pra justo quando eu achei que a vida tava me dando uma chance de ser feliz, ela me socar de volta pro buraco. Sei que comparado com o que muita gente passa isso não é nada mas eu sou fraco, nao sei se tenho energia pra passar pela luta toda mais uma vez
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2020.07.28 05:48 leepz2019 Um "amor" que eu não entendi

Olá me chamo L. (H.28) e venho buscar opiniões pra poder entender oque está acontecendo. Há 4 anos atrás conheci uma moça denominada D. Moça bonita e jovem 15 anos, só queria curtir e zoar a vida, quando eu a conheci foi em casa, naquela época consumimos maconha e vivíamos chapados, ninguém queria nada com nada, eu recém terminado e ela também. Nos envolvemos e aconteceu, a gente ficou e deixamos claro que não queríamos nós apegar tanto, porém não foi isso que aconteceu. Porém eu vinha passando por problemas devido ao meu término recente e vi que estava ali só por estar mesmo. Comecei a pensar e fui me afundando numa depressão profunda e amarga, porém não quis demonstrar isso, eu gostava muito dela e sabia que na idade dela não tinha porque envolver-la em algo desse tipo, afinal queríamos curtir. Passando um tempo minha mãe sabendo da minha situação me chamou pra ir morar com ela no nordeste, sem chão e sem nada resolvi ir sem hesitar. Expliquei para a D. que teria que ir embora pois não tinha mesmo condições de me manter nas condições emocionais que eu estava. Ela entendeu e compreendeu, sempre fomos muito sinceros um com o outro. Fui embora de coração partido por deixar a cidade e pessoas muito importantes pra mim pra trás. Chegando lá não consegui me adaptar e cai em depressão profunda, o único motivo pra eu sair da cama era comer e fumar cannabis. Passado um tempo comecei a me sentir mais disposto, saia pra passear beira mar, dar uns pegas bem assim dizer, uma euforia total. Cheguei a mandar mensagem pra D. Já que tinha me afastado por conta da depressão, porém ela tinha voltado com o ex, segui em frente afinal oque mais me importava era se ela estava feliz ou não. Passado uns 2 meses entrei em uma crise psicótica devido ao uso de cannabis. Passei por avaliação psicológica e fui encaminhado pra uma clínica. Foram os piores dias da minha vida, porém aprendi muita coisa ali. Eu já não queria mais morar lá no nordeste então saindo da internação resolvi fazer uso de drogas denovo sabendo que assim minha mãe me mandaria de volta pra minha cidade aqui no sudeste. Voltei e continuei a usar contrariando todo o tratamento da doença (esquizofrenia) uma simples tendência nada que me tornasse incapacitado de lidar com a sociedade. Certas vezes cheguei a sair e esbarrar com ela pelas ruas, cruzamos olhares mais ela ainda estava com ele e eu pensava que ela estava feliz e não queria estragar isso. Passado um tempo me atacou outra crise e resumindo segui pra uma internação mais severa agora aqui no sudeste e parei com o uso de drogas pra não atacar crise de novo. Fiquei um ano focado em trabalhar e cuidar de mim se manter relação amorosa com ninguém, isso foi ano passado. Um amigo em comum que namora uma amiga dela me disse que esses dias elas estavam conversando sobre mim, que ela aparentemente estava tendo um mal relacionamento com o namorado dela e disse que ela nunca me esqueceu e que gostava de mim depois de todo aquele tempo. O amigo me disse pra mandar mensagem pra ela, passado alguns dias eu criei coragem e mandei um oi pra ela no wpp. Sem resposta eu pensei, ela deve estar se acertando com ele, melhor eu deixar quieto. Passado mais alguns dias respondi um storie do instagram, não passou muito ela me respondeu com um emoji, logo voltamos a nos falar cada vez mais e mais. Perguntei se ela tinha terminado e ela disse que sim, antes de agente voltar a se falar ainda. Numa sexta feira tomando uma cerveja ela me disse que ia dar com o irmão, eu sem muito o que fazer chamei ela pra tomar uma em casa onde nos conhecemos, e ela aceitou e veio pra minha casa, já com a intenção de ficarmos, pois havíamos conversado por mensagem. O reencontro foi algo muito especial pra mim, algo que eu não consigo explicar. Ela passava quase a semana em casa, e quando ia pra casa dela trocava-mos mensagem do amanhecer ao anoitecer, eu achava me sentia muito pressionado mas sentia que ela precisava disso pois ela havia mencionado que também tinha parado de usar drogas que ocasionaram em crises de Pânico ou ansiedade não sabemos ao certo pois ela não quis ir ao médico saber sobre. Ela vinha tendo crises com certa frequência e eu sempre ajudei como pude, quando estava longe eu tentava distrair-la, quando perto abraçava, conversava, contava algo engraçado até passar tudo. Com um mês pedi ela em namoro durante uma festa que fazíamos em casa, ela aceitou, ficou emocionada ao meu ver, pois havia relatado que ninguém nunca tinha feito aquilo com ela, pusemos as alianças e comemoramos aquele dia. Ela passava muito tempo em casa e eu e meu irmão estávamos desempregados no momento, logo conversamos que ela vinha um dia da semana pra casa e nos fins de semana pra não pesar pra ninguém como havia combinado com meu irmão, conversei com ela e foi sem problema mas sempre ela inventava algo como está tarde ou vai chover ou que se sentia bem em casa comigo, pois o pessoal de casa sempre gostou dela e tratou ela super bem, entao eu ficava sem jeito de pedir pra ela ir pra casa dela. Mas sempre expliquei pra ela que quando eu pudesse eu traria ela pra morar comigo aqui, ela sempre ajudou como podia, não tinha dinheiro pois não trabalhava e eu ainda estava sem serviço pois nosso negócio estava parado por conta da troca de estação. Passando algum tempo realizamos a venda de um imóvel rural, recebi um bom valor da minha parte e sempre combinamos que quando o negócio voltasse a rodar iríamos trabalhar pra fazer esse dinheiro render então decidi pegar o resto das coisas dela , até isso acontecer aproveitamos muito, bebemos muito e curtimos muito, sempre comprei coisas pra comer sem necessidade, porém comprei muita coisa necessária também como roupas pra nós dois, comprei maquiagem pra ela, escova progressiva pro cabelo, trocamos de celular, comemoramos aniversário fomos em festas antes dessa pandemia é claro, aos pouco vi ela ficar cada vez mais linda de que quando a conheci. No caminho dessa curtição sempre reparei nas atitudes dela comigo, principalmente quando bebia ela me desagradava com certas atitudes, eu ficava extremamente magoado com aquilo e sempre me abri com ela e expliquei que aquilo me magoava muito. Coisas como, você tá parecendo meu ex, amigos que dava em cima dela eram melhores que eu, ou em certa conversa expliquei pra ela que ela me devia respeito, pois sempre respeitei ela e fiz o que ela queria, ela nunca teve quem fizesse essas coisas por ela, então eu fiz tudo na melhor intenção e felicidade por fazer ela feliz, ela me disse que não tinha por que me respeitar. Nós não éramos mais namorado, ela já estava morando comigo há mais de 4 meses, éramos praticamente marido e mulher, claro que tinha que ter respeito um pelo outro poxa. Sempre tivemos biometria do celular um do outro como sinal de confiança mas nunca olhei seu celular, uma vez ou outra só quando queria saber oque tanto fazia ali, e ela fazia também quando eu dormia eu acho, pois não via ela mexendo, até aí normal, apesar dos apesares sempre nos demos muito bem e eu achava que éramos felizes. Mas de nesses últimos 2 meses, reparei que ela já não se divertia muito diretamente comigo, só quando não tinha mais ninguém mesmo, se tivesse algum parente dela ou meu bebendo com a gente ela era totalmente radiante e feliz. Se eu for parar pra contar tudo que eu reparei com certeza vai ficar muito maior esse texto.. Continuando, mais precisamente a umas 3 semanas fomos a um aniversário do cunhado dela que eu sempre vou considerar como se fosse da minha família, inclusive sou muito grato a ela por ter conhecido ele e também a minha cunhada que é namorada dele e irmã da D. Enfim fomos a festa e chegando lá estava a família do aniversariante a mãe e os irmãos que eu conhecia aliás, tem um deles especificamente denominado J. Que ela sempre me falou mal, dizia que quando ele estava com a namorada ele era c..são e dava ânsia cada vez que ouvia o nome dele, porem recentemente a parceira dele largou dele e foi embora do estado. Até aí tudo bem, ele foi super simpático comigo, porém notei ela muito simpática com ele. Naquela noite fiquei assando carne na garagem em baixo onde se encontrava a maioria do pessoal, e ela distante de mim, direto lá em cima conversando com os irmãos do cunhado e nada de me dar atenção, percebi mas nem falei nada pra não ficar um clima chato na festa e nem começar uma briga com ela. Festa acabando chamei ela pra ir embora que a irmã dela ia levar a gente, ela estava jogando futebol no game com os irmãos do cunhado dela, e não me deu ouvidos direito, disse que estava vendo alguém jogar, eu falei vamo que o carro tá ligado já, ela disse que já ia, desci e falei pra irmã dela chamar que ela não queria vir, a irmã subiu, logo ela desceu, ao sair do portão torceu o pé, estava bem embriagada, todos estávamos, durante o caminho veio dormindo e chegou em casa subiu as escada deitou na nossa cama e logo adormeceu. No domingo ela acordou com o pé super inchado me chamou e eu perguntei se ela queria ir ao hospital ela disse que não, depois disso no meio do dia meu sogro liga pra ela perguntando se não queria ir na casa dele, disse que era melhor não ir por casa do pé, ela não gostou então fomos mesmo assim, bebemos rimos muito aquele dia, tudo normal, chegando em casa cuidei dela devido a pé e ficamos de boa, estava tudo normal aparentemente, na segunda ela ficou o dia inteiro no quarto devido ao pé inchado, na terça disse que iria na irmã dela e que a mãe ia lá e queria passar o dia lá, normal pra mim, antes de sair meu irmão havia pedido pra ela separar algumas peças que foram vendidas, ela disse que faria assim que chegasse. Na sexta feira antes disso meu avô havia sofrido uma queda e bateu a cabeça forte, no sábado do aniversário ele havia passado mal da pressão e ido ao hospital, desde então eu já estava aflito com essa situação e ela nem pra perceber, foi mesmo assim pra casa da irmã, no meio do dia me manda uma mensagem dizendo que o pé inchou, perguntei pra onde tinha andado ela disse que tinha ido ao mercado de apé, já fiquei meio irritado, pois há algum tempo ela já não ajudava nas tarefas de casa direito, coisa que sempre fiz independente de estar trabalhando ou não, paras as obrigações fazia corpo mole, pra se divertir era a primeira a agitar, blz. Me mandou uma foto do pé inchado, logo em seguida falei "quero ver essa disposição aqui em casa" e mandei uma palminha sobre a foto. Meu avô havia ido ao médico e eu estava extremamente preocupado. Não conversamos o resto do dia, mais ao anoitecer ela chega em casa me dizendo que tinha que voltar lá na irmã pra cortar a franja, só olhei e não respondi, por tamanha indignação com as preocupações minhas comparadas com as dela, que já não se importava muito com o que eu sentia e afins. Depois daquele dia ela se fechou e não saia do quarto nem pra comer, e direto eu vinha ver como ela estava, quando ela não estava vendo algo no celular estava jogando com o J. quem ela sempre falou mal, e estava rindo com o cara, toda hora conversando, e comigo nada de conversa, ia dormir tarde conversando no wpp e jogando, rindo com os outros e eu nada, fui ficando extremamente magoado e nervoso com isso tudo, cheguei a ter batedeira e tremedeira de nervoso, sensação de desmaio, fraqueza, decidi então ocupar a cabeça com serviço, enquanto ela ficava no quarto isolada falando só com quem ela queria eu me distraia com outras coisas. Na sexta feira resolvi puxar assunto com ela no wpp, já que ela não saia de lá, logo ela me respondeu e conversamos, disse a ela que não dava pra continuar desse jeito e ela concordou, eu também disse que desconfiava que havia algo errado ( mais uma coisa de intuição ou pressentimento não sei explicar) , ela me disse que eu tava viajando já, um pouco também é pelo fato de ela colocar o celular debaixo do travesseiro antes de dormir, coisa que nunca aconteceu e eu achei estranho mas nem falei sobre isso, durante a conversa me disse que tinha uma bagunça dentro dela que a vida dela era um caos e não queria me envolver nisso tudo, que cansou de fingir que tava bem e precisava pensar na vida, que tinha que ficar um tempo sozinha pra ver oque ela tava fazendo da vida dela????? Como assim? Depois de tudo que passamos que "conquistamos" , tudo que curtiu , dizia que me amava e eu também dizia, aliás ainda amo, cadê aquele amor todo que tinha me dito que tinha? Que nunca me esqueceu? Que eu era a melhor coisa que tinha acontecido na vida dela? Que eu era o homem que ela pediu pra Deus? Que eu ninguém tratou ela como eu tratei? Passou mais um dia, enfim logo ela mudou de assunto e desceu ajudar minha cunhada com umas coisas de casa, foi até mim, disse que me amava, me deu um beijo, e disse que havia melhorado um pouco, mais a tarde eu ainda trabalhando perguntei a ela, e aí tá de boa? Ela me respondeu.. Sinceramente não tô não.. Disse a ela que a hora que eu subisse conversaria Ela perguntou se podia chorar, pois estava com uma vontade gritante fazia tempo Disse que sim, que as vezes tudo que precisa é desabafar e fazer isso mesmo Eu subi, cheguei no quarto e liguei a TV e coloquei algo pra tocar num volume mais ou menos, abracei ela bem forte deitado na cama, e senti ela chorando bem baixinho pra não perceber, ali eu me senti muito mal mas muito mesmo, porém a gente havia conversado e ela me disse que não foi nada que eu tivesse feito ou falado pra ela, do contrário, era coisa dela e ela não queria me envolver, enfim ela terminou de chorar veio até mim e nos beijamos intensamente, sentou no meu colo e continuou me beijando, cheguei a pensar que transariamos. Ela saiu de cima e estávamos conversando sobre nada específico que envolvesse nossos sentimentos, ela me perguntou se eu tinha entrado no jogo que sempre jogamos juntos pra coletar recompensas eu disse que não e pedi pra ela pegar meu celular pra eu poder fazer isso, entrei lá e logo o J. estava online e me chamou pra jogar, joguei com ele na boa pq já tinha combinado, e perguntei a ela se ela queria jogar, sem hesitar ela entrou com a gente, jogamos até altas horas e foi bem divertido. No dia seguinte estávamos conversando normal e tudo até que um amigo em comum avisou que teria um churrasco de aniversário na casa dele a noite e teria chamado também a irmã dela e o cunhado, logo encaminhei pra ela e ela disse que tinha combinado almoço na casa da mãe do cunhado dela onde reside o J., falei mais eu nem sabia que se tinha combinado isso, e outra dava pra ficar pra outro dia, já percebi que ela não gostou e parou de falar comigo, subi no quarto pra trazer comida pra ela pois ela não havia saído do quarto, cheguei ainda amoroso e disse comprei algo pra você comer, ela disse que não tava com fome e não olhou na minha cara, pensei poxa denovo isso..algum tempo depois entrei no quarto ela rindo e jogando denovo com o mesmo cara, enquanto eu resolvia as coisas pro aniversário e trabalhava. Pouco antes de me arrumar entrei no quarto a mesma situação, não me senti mal exatamente por ela estar jogando e rindo com ele, fiquei meio chateado por que ela me ignorava. Enfim varou a tarde jogando e tive que pedir pra ela se arrumar se não nós atrasariamos, fez cara e se arrumou, e seguiu seca e meio calada igual a semana inteira, fomos para a festa.. Chegando lá se divertiu e tirou foto com todo mundo menos comigo..depois de um tempo ela me disse que estava passando mal e queria ir embora, trouxe ela em casa que é perto e pedi pra ela comer algo quando chegasse pra não acordar passando mal com dor de cabeça Ali eu tomei a decisão de fazer como se fosse um dia em que eu pudesse extravasar, Bebi como se não houvesse o amanhã, fui até 10 horas da manhã bebendo.. chorei muito desabafei muito com a minha cunhada que sempre foi parceira e amiga em tudo, inclusive da D. Subi e descansei, não vi ela acordar e quando acordei ela estava no banheiro, desci e continuei bebendo e pensando em tudo. Fiquei o dia sem inteiro sem entrar no quarto..quando entro me deparo com ela mais uma vez jogando e rindo com o cara, depois disso comecei a tremer e sentir batedeira denovo. Conversei com alguém e fui tomar um banho pra acalmar. Funcionou, entrei no quarto e acho quel ela percebeu que eu saí nervoso logo ela saiu do jogo. Na segunda feira ela ia repetir o mesmo esquema da semana passada e ia me ignorar..passei o dia inteiro pensado sobre o que fazer e como fazer e decidi subir pra conversar. Cheguei no quarto ela estava com a toalha ao lado..perguntei se ela iria se banhar ela seca me disse "vou"... Disse que a hora que ela voltasse precisaríamos conversar.. Ela voltou do banho e sentou na cama e disse.. Vai solta a letra.. Já rebati..é assim mesmo que você fala? Tem certeza que quer começar uma conversa assim? Ela disse não,, foi mal diz aí oque se quer Perguntei eai? As coisas vai ficar assim mesmo? Se não quer falar comigo, só ri e conversa normal com os outros? Ela disse eu não tô falando com ninguém 🙄 Já parei a conversa e falei ... Ó assim não dá nao...faz um favor e só arruma outro lugar pra você ficar e pode ir embora.. Sem hesitar ela disse hoje mesmo eu faço isso! Me doeu muito ter que dizer aquilo.. Mas para ela foi como se já tivesse esperando.. Então me dirigi a porta e disse, me faz um último favor? Ela disse hum? Falei.. Isso que você fez comigo, não faz com o próximo não.. é feio e é muito errado... Ela balançou a cabeça e disse... Tá bom Desci e fiquei inquieto lá em baixo, minha vontade era subir e falar tudo que estava e estou sentindo agora.. Ela me pediu pra ajudar a encontrar as chaves da sua casa, subi e quando abri a porta ela estava sentada chorando muito...aquilo me partiu o coração, mesmo assim encontrei as chaves e entreguei a ela.. Sentei ao lado dela quieto e esperei pela carona dela.. Pouco antes de ir me pediu um abraço. Nós abraçamos e nos beijamos uma última vez e enfim ela foi embora.. No dia seguinte atualizou seu status pra solteira nas redes sociais e posta indiretas como coisas do tipo a dar entender que já está em outra e isso tem me magoado profundamente.. Eu tenho tanto ainda pra falar..mas estou digitando faz horas.. Fica aqui um desabafo +
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2020.07.08 20:09 BakugoAhegao Sou o babaca por não querer mais falar com minha ex que me deu a experiência mais insuportável e terrível da minha vida?

Não vou contar a história inteira porque são três anos de mimimi. Em um certo resumo: no meu último ano do ensino médio tive um rolo com essa garota, chamaremos ela de Carls, e desde o início eu deixava claro que não queria nada sério pois minha saúde mental estava terrível e eu não queria acabar descontando nela por algum surto dos meus problemas, ela aceitou. Mais alguns meses a frente ela começou a me pressionar por um namoro sério, e eu ainda não me sentia bem, tentei me esquivar de todas as formas possíveis e ela continuava lá. Nessa época encontrei um outro ex, Minoru, e ele aceitou fingir que voltamos só pra ver se a Carls me deixava, mesmo que de uma forma ruim. Minoru e eu acabamos realmente voltando de verdade um tempo depois, ele sabia de todos os meus problemas mentais e compreendia, isso me deixava confortável e melhor. Em algum momento acabei terminando com Minoru por vários outros motivos, e Carls se aproximou novamente de mim. Um dia ela traiu o namorado comigo e depois disse que foi tudo imaginação minha (entre minhas doenças tenho um leve grau de esquizofrenia (sim eu ouço vozes, mas nunca imaginei algo que durou uma noite inteira)), acontece que ela me torturou tanto com isso que realmente comecei a achar que eu estava pior, que tinha imaginado, que estava precisando de um médico ou algo assim. Acabei indo ao psiquiatra, comecei um tratamento que quase acabou comigo, pois não tinha condições físicas de sustentar os remédios pesados que tomava, sentindo febre, dores fortes, enjoos e o corpo fraco a ponto de não levantar da cama por semanas, e que com o tempo nem fazem mais efeito, apenas me deixaram viciado e agora não posso ficar dois dias sem tomar ou começo a passar mal. Ela finge que nada aconteceu e vez ou outra tenta conversar comigo, não sou de guardar rancor então sigo o fluxo da conversa normalmente até algum dos dois se ocupar e não responder mais por uns dias até ela me chamar novamente. Mas Carls não aceita o "termino" e sempre puxava assunto sobre nosso tempo juntos, isso me irrita, principalmente porque ela nunca se desculpou por nada. Ela até admitiu que mentiu sobre dizer que eu estava pior e que tudo foi minha esquizofrenia, mas se recusa a pedir desculpas e isso me incomoda. Odeio quando ela fala sobre o rolo. Resolvi não falar mais com ela e ela surtou, porque diz que estou sendo malvado. Eu realmente estou sendo malvado?
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2020.06.21 03:22 boninha QUEM É O BABACA (AVISO DE GATILHO: abuso psicológico)

CONTEXTO: A casa dos meus pais é um lar extremamente tóxico e sofri diversos tipos de abusos, e os dois tem problemas psicológicos e ficam inventando milhares de doenças que eu supostamente tenho. Por causa disso sofri muito com eles durante toda minha via, não podia ter amigos ou sair de casa e vivia praticamente trancada. Além de revirarem meu quarto, esconderem e jogarem fora roupas minhas e objetos. Quando entrei pra faculdade em 2019 ela me obrigou a trancar por não aceitar meu namoro com o Carls (nome fictício) e não me deixou ver ele (eu morava duas cidades de distância dele e da faculdade então ia de fretado).
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Eai turma, lubisco, editores, gatas e papelões. Minha história é bem complicada e pesadinha então coloquei um aviso de gatilho no título. É uma história longa mas vou resumir o máximo possível.
Quando eu fiz 18 anos em Outubro de 2019 eu decidi que eu queria sair de casa assim que começasse janeiro de 2020, então eu, meu namorado Carls e meu ex melhor amigo Barls (obs. éramos amigos há 4 anos e ele sabia o que eu passava em casa) e u namorade dele Arls planejamos juntos como seria meu processo de mudança. Depois que o ano novo passou eu fui arrumando minhas coisas cada dia um pouco e ia escondendo as mochilas no guarda-roupa e debaixo da cama, ficou combinado que eu ficaria na casa do meu amigo barls por um tempo (que era numa cidade vizinha) e que eu poderia ficar DOIS MESES lá enquanto entregava currículo com meu namorado a procura de emprego e depois disso iria para a casa dele (guarde essa informação).
O dia tão esperado chegou e eu chamei minha "mãe" (odeio chamar ela assim então vou me referir a ela como cobra) e conversei com ela que uma amiga minha e colega da facul iria me buscar e me levar para e iria sair de casa. Eu admito que não foi da melhor forma de se fazer as coisas mas eu estava realmente desesperada para sair daquele lugar o mais rápido possível e fiquei com medo de que se ela soubesse antes ela iria me impedir de ir. Enfim, eu que não queria que ela soubesse onde eu ficaria inventei uma história junto com meus ex amigos e namorados de que eu iria ficar na casa du Arls até um apartamento de SP que eu iria dividir apartamento com outra amiga desocupasse. Obviamente a cobra não caiu no feitiço e fez um milhão de perguntas e eu fui me esquivando delas até que minha amiga chegou pra me buscar. Enquanto eu colocava as malas no carro + a gaiola e a minha coelha a cobra tirou FOTO da placa do carro da menina e pegou o número dela (obs. ela não sabia de muita coisa e só estava lá pra me dar carona) e partimos em viagem rumo à casa do Barls.
Chegando lá a familia dele me recebeu muito bem, só que depois de alguns dias o barls me disse que eu teria apenas QUINZE dias para ficar lá, sendo que já ele havia me confirmado que eu ficaria 2 meses e se eu soubesse disso antes eu teria ido direto para a casa do meu namorado, e como se não bastasse a amiga da faculdade contou pra cobra que eu menti e ela começou a me ligar várias vezes ao dia e chegou a ir no apartamento do meu ex amigo QUASE DE MADRUGADA querendo que eu descesse. E MAIS, barls, que sabia de tudo que eu passava ficava me perguntando várias vezes se eu tinha certeza das coisas que aconteceram comigo, se eu tava mentindo pra ele etc. E eu descobri que ele e a cobra estavam SE CONVERSANDO VÁRIAS VEZES AO DIA e planejando entre si pra que eu voltasse para casa.
Os dias foram passando e faltava 2 dias para eu sair desse meu amigo e ir pro Carls e minha irmã (cobrinha 2) me mandou mensagem falando que estava na portaria do prédio e que era pra eu descer (sendo que nesse dia ela já havia me ligado e eu falei que não queria ver ninguém pois estava triste e eu já tinha encontrado eles dois dias antes e tinhamos ido comer e conversar e tudo tinha ido bem naquele dia. O barls falou que ia descer comigo e nós tinhamos discutido então o clima entre nós não estava legal, enfim descemos e adivinha: ELA NÃO TAVA SOZINHA UAU. Com ela estava um tio irmão da cobra que não sabia nem quantos anos eu tinha, a minha irmã cobrinha 2 e a cobra. Eles começaram a falar que queriam me levar pra comer e conversar comigo e com meu amigo e queriam ficar me abraçando e "nossa como nos te amamos" , e eu com muito mal gosto fui com eles até uma pizzaria e lá eles queriam saber onde eu ficaria depois do Barls, e eu me neguei a falar porque não queria que eles ficassem aparecendo na porta dos meus sogros de madrugada do nada e sem avisar e também não contei ao Barls pq sabia que ele me caguetaria. E foi ai meu amigo que acendeu a primeira fagulha de um incêndio enorme. Eu que não sou boba nem nada saquei que o clima tava estranho e mandei mensagem pro meu namorado para que ele entrasse em ligação comigo porque eu achei que algo ruim aconteceria.
Voltamos para o prédio do meu amigo e foi lá que aconteceu a primeira merda. Eu já fora do carro, a cobra me puxa pelo pescoço e junta mais a cobrinha 2 e o tio pra me por no carro a força Dizendo "agr vc vai embora cmg", me pegaram pelas pernas, quase tiraram minha roupa e me deixaram roxa nas pernas. Eu obviamente me debati e fiz força pra me defender e entrei em completo desespero nessa situação, gritei para o meu celular para que meu namorado chamasse a polícia E nisso a cobra queria pegar meu celular e pra fazer ela me soltar eu mordi o braço todo dela, mas mordi com vontade mesmo e não me arrependo pra ser sincera. E aí uma das vizinhas que me escutou gritando chegou e me pôs pra dentro do prédio pra me ajudar e disse que entendia minha situação por que ela também passou muito perrengue com família e enquanto isso a cobra batia desesperada na porta de vidro da portaria. Nisso a polícia chegou e um policial mt bonzinho falou cmg e me acalmou e disse q ela n tinha pq fazer isso e n era direito dela, que eu era maior de idade e tinha direito de tomar minhas próprias decisões, nisso, eles me levaram pro upa de tanta insistência da cobra que dizia que eu estava doente e fora de mim e no upa ela mostrou uma série de documentos meus de HPV que eu fiz o tratamento, FOTOS MINHAS NUA IMPRESSAS, prints de conversas de whatsapp, foto do meu namorado fumando maconha de 7 anos atrás etc e falou pro médico que estava de plantão se ele escreveria uma recomendação para um HOSPITAL PSIQUIATRICO (sim você leu certo) e ele fez, pra melhorar ainda mais a minha situação o médico SE NEGOU a falar comigo e quando consegui trocar duas palavras com ele ele me ignorou e me cortou completamente e disse pras enfermeiras me darem 3 AMPOLAS DE CALMANTE. Sim. Eu levei 3 injeções de calmante na bunda e olha que eu não estava em nenhum tipo de crise, só estava chorando. Não me deixaram ir no banheiro e fiquei molhada de mijo kk esperando a auta.
Aí quando me deram alta eu liguei pro Barls em desespero e ele disse "n quero me meter nisso"e falou pra eu ir com eles e como eu não tinha escolha fomos pra saída (eu dopada e morrendo de medo e repulsa) Um amigo meu da facul q mora na mesma cidade (vamos chama-lo de anjo) apareceu pra ver se tava tudo bem e tentou conversar com a família de malucos e entender o que estava acontecendo.E nisso o tio, irmão da cobra EMPURROU ELE e chamou ele de "neguinho" e de "ze ninguem" (Sim ele é negro) e ficou ameaçando bater nele, dizendo que ele tinha uma faca. Aí o meu salvador vulgo meu namorado chegou e confrontou eles e foi só ele chegar que baixou o capiroto na cobra, ela ficou maluca, começou a me segurar e me arrastar pela blusa, saia, quase me enforcou com o braço. Ela tava realmente fora de si ali, chegou inclusive a bater no meu namorado (eu tenho video desse acontecimento e o audio da ligação pra provar que eu to falando a verdade). Ela ficou gritando muito alto que era pra me dopar mais, então eu pedi ao Carls pra ele chamar um uber pra gente fugir dali e quando ele chegou q eu fui correndo veio a cobrinha 2 e SE JOGOU na minha direção e caiu no chão (Ela jura de pé junto q foi o Carls q empurrou ela mas sinceramente se fosse esse o caso eu estaria parabenizando ele), Aí meu namorado subiu em cima dela pra eu entrar no carro mas o uber decidiu se mandar e a polícia chegou novamente (Obs. estava de madrugada), a cobra tirou os documentos sem sentido dela de novo e falou pros policiais que eu não conseguia pensar por mim mesma e que era autista e tenho sinais de esquizofrenia (sendo que ela ja pagou mais de mil reais em um exame de uma neuropsicologa comprovando que eu não sou esquizofrenica ou autista e que só tenho depressão e ansiedade de 3 anos atrás) e disse que meu namorado e o amigo dele são maconheiros e que queriam me tirar dela. Ai o general veio e ALGEMOU o meu namorado e o anjo, sendo que eles não estavam cheirando ou com nenhuma droga, se negou a pegar depoimento deles E O MEU e os levou PRA VIATURA e falaram pra seguir eles pra delegacia**.**
O dia amanheceu na delegacia e eu que estava passando mal pra caramba, não conseguia manter o olho fechado ou movimentar meu corpo, praticamente desmaiei no carro enquanto eles falavam com os policiais, estes que liberaram a gente e eu não tive contato com meu namorado.
"Acordei" era horário de almoço em outra cidade pra entrar no hospital psiquiátrico. A psiquiatra que estava lá falou coisas básicas comigo, viu que eu estava dopada e falou pra eu esperar no corredor dos enfermeiros, e voilá veio um deles e falou que eu estava internada agora. Sim, pois é. Fiquei 27 dias internada em um lugar horrível e passei 2 dias inteiros dormindo quando cheguei. Vi pessoas tentando se matar, tendo ataques de panico, e não tinha nada pra fazer a n ser ficar deitada o dia todo, e quando tinha era por 1 hr só. Fiz amizades com algumas pessoas lá, o que me ajudou bastante a superar a situação, e como os enfermeiros eram extremamente grossos e batiam em alguns pacientes, meio que os pacientes que se ajudavam entre si além dos psicólogos. Lá a cobra tentou convencer a psicóloga que eu era autista, ela obviamente não caiu no papo dela, e ela mais a psiquiatra me ajudaram o maximo que podiam a convencer a cobra de que eu não sou um animal de estimação e tenho direito a ter minha vida.
Quando tive alta do hospital, com muito medo e dor fui pra casa da cobra, liguei pro meu namorado que estava sem noticias há 27 dias (tinham inclusive dito pra mim que ele tinha sido preso, o que era mentira), fiz minhas malas rapidamente, entrei no uber que ele chamou e vim direto pra casa dele, onde estou morando hoje em quarentena ne por causa do vírus cuzao.
Sou a errada por depois de tudo isso querer contato 0 com a minha "família"? O que vocês fariam se estivessem na minha situação?
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2020.06.13 18:47 Bundiinha Sou culpada por ainda amar ?

Olá tudo bem? Podem ler com voz feminina e sem sotaque, sou do ES Esse não é o vc é o babaca mas sim uma nova versão Então, eu amo meu ex, é isso Nós temos um caso complicado faz 4 anos, nós sempre estudamos na mesma escola, só q apenas nós conhecemos de vdd no 6 ano, onde a gente começou a ser melhor amigos e bem desde esse ano eu venho partilhando minha vida com ele, meus gostos, minhas histórias, tudo que acontecia. Só q começamos a nos gostar, e tivemos um namoro que ia e vinha, onde eu era a trouxa q aceitava um monte de merda q ele fazia, porém ele nunca tinha me traído até ano passado, onde ele trocou mensagens sexuais com uma menina e eu como tava sem base na minha vida, não conseguia me abrir com ngm, resumindo, eu estava me recuperando mentalmente da fase mais depressiva que eu tive até ali. Ok, sofri muito mas perdoei a traição, afinal era só mensagens, né? Porém minha confiança com ele tinha se esvaindo completamente e misturando isso com uma auto estima muito baixa, veio o ciúmes, eu sou uma pessoa ciumenta, porém com ele sempre fui mais, pelos erros q ele tinha cometido no passado e tudo piorou com mensagens. Fiquei cega, e sim foi minha culpa, duvidei até das minha amigas mais próximas. E ele tava se desgastando, mas eu tinha medo e vivia perguntando se ele não ia me abandonar como o resto das pessoas, ele sempre respondia a msm coisa, "não, po" Bem, até q chegou o começo desse ano e em uma madrugada qualquer ele terminou, comigo, falou q eu sufocava ele e que tinha a auto estima muito baixa. E essa foi a minha perca final de saúde mental, eu mandei textos gigantes e implorei pra ele não fazer isso, mas nada mudava a cabeça dele, era óbvio, mas ele não teve ao menos a coragem de falar que não gostava mais de mim dps de eu perguntar para ele, bem, eu tentei ser amiga dele, esquecer tudo aquilo, porém, não tinha como voltar ao que era no começo do ano ano passado(a gente era só amigo soq ele fez de tudo para eu gostar dele e me fez um pedido de namoro dentro do Minecraft, até mesmo sabendo q ia começar a morar esse ano no Canadá), ele sabia, sabia q eu tinha depressão, e que já havia problemas de mais na minha vida mas ele me pediu em namoro e dps terminou sabendo disso, e pior me culpando. Isso foi a gota d'agua, eu entrei no Ensino médio, sem emoção alguma, eu vivia no banheiro chorando, e até mesmo dentro das salas de aulas com os professores se preocupando, não era só por causa dele, era tudo, eu odeio minha vida e ele tinha melhorado as coisas, qualquer coisa q acontecia na minha vida eu compartilhava com ele, eu não posso assistir nem ao menos meu desenho favorito, algo sobre mitologia, Harry Potter, jogar meu jogo favorito, sem lembrar dele pq qualquer novidade eu ia contar a ele, ele praticamente roubou minha vida e nem se importa Agora eu estou aqui, o amando msm depois de 5 meses, com ele já namorando outra, e continuo fingindo q está tudo bem, msm q eu esteja me afundando em animes, música, comida ou qualquer coisa q me faça esquecer por ao menos 5 minutos o vazio e a solidão q eu sinto e me segurando pra não me matar todo dia, pq não quero deixar minha mãe mais triste q ela já é por minha causa.
Ps: Na minha próxima consulta vou pedir pro médico me encaminhar pra um psicólogo, não se preocupem de mais, eu não vou me matar, tenho a esperança q tudo vai melhorar, lá no fundo..
Então sou culpada por amar lo aínda?
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2020.06.11 20:39 cattwaii EU DEVERIA PROCURAR ELE?

Quando eu tava no 7 ano, na hora da saída, tínhamos um grupinho para ir para casa juntos. Eu ia com a minha mãe, mas com o tempo fui eles. Eram em volta de sete pessoas, era legal, conversamos, mas na sala não éramos tão próximo. Isso resumiu basicamente o meu Fundamental II inteiro; diminuiu com o tempo, mas eu sempre ia com ele — vamos chamá-lo de Jarls. A partir do 8 ano, não estávamos mais na mesma sala, mas ainda conversamos sempre. Só que a gente sempre brigava, as vezes o motivo podia ser o que for, bobo, mas sempre. Mas sempre que acontecia algo, era ele que voltava a conversar comigo, ele ficava me observado na hora do intervalo, etc. No final do ano, no 8 ano, comecei a ter ansiedade (pouca), mas eu não percebia, mas ele tava preocupado.
Nisto, ele dava em cima de mim, mas eu >nunca< queria ficar com ele, principalmente porque eu gostava de outro garoto e, bem, ele ficava com diversas garotas. Não que eu tenha preconceito, mas eu sempre achei que ele ficava apenas por interesse, nunca por amor. No nono, no final do ano, ficamos mais próximo, que ele me deixava em casa, as vezes eu ia para casa dele e íamos direito para minha (antes não fazíamos isso >>> a gente mora na mesma avenida). Aliás, quando chegou o Ensino Médio, ele me disse que só iria escolher o colégio por causa de mim, mas sempre deixei isso de lado isso. Por causa do medo que tinha da escola (eu sofri bullying no 6 ano por causa de um grupo de meninas) eu faltava os primeiros dias e ele fez o mesmo. Mas no Primeiro ano, aconteceu que ansiedade me pegou de jeito. Comecei a faltar demais. E quando houve de ter um crise na escola por causa de alergia, ele ficou comigo e decidiu ir pra casa comigo >> ainda tinha aula. Masss eu fiquei na casa dele, porque minha mãe não tava em casa, mas no trabalho. Foi assustador, nunca tive uma crise. Acredito que foi a partir daí que comecei a olhar ele de outro jeito.
Contudo, ele tinha uma namoradora. Houve um dia >>> não me lembro a ordem cronológica<<< que um antigo crush me abraçou >>>sim, sou muito besta<<< e comecei a chorar, a gente conversou e ficamos ali na calçada, perto da casa dele, um dos seus amigos viu isso e achou que estávamos fazendo ''algo'', por causa motivo a namorada dele acreditou, mas parece que ele nem quis se explicar. Eu achei isso babaca da parte dele, afinal eramos só amigos, mas ele me disse: que amigos vem primeiro. Mais pra frente, a gente ficou na minha casa, só que foi nada demais. Masss neste mesmo ano, eu acabei parado na sala da ex dele (outra ex). Viramos amiga, ela tinha ansiedade e depressão, sofreu muito na antiga escola que estudávamos. Acabei descobri que ele pediu ela em namoro >>>estudavam juntos<<< no mesmo dia que o meu, no Facebook, com aqueles post de namoro, sabe, mas eu recusei e ela não. Não contei pra ela, mas ela me avisou que ele era babaca e tinha traído ela. Por causa disso, nunca mais ficamos e tentei me afastar dele. Todo o meu grupinho odiava ele por causa disso ou por outro motivo. Meio que eu sabia que ele não era confiável quanto a isso, mas ele sempre me disse coisas, sabe.
Eu tive que sair do colégio por causa de problemas médicos, depois disso todos se afastaram de mim, até ele. Na realidade, na época, eu que não quis conversar com ele pelo o celular — mas houve um dia que se víamos, a última vez. Eu estava com o meu amigo da época e ele com a mãe dele, foi o meu amigo que percebeu a existência dele e o chamou, mas ele apenas disse que quase não me reconheceu >>porque eu cortei o cabelo<<<, ele foi pro outro lado e eu por outro. Eu fiquei magoada, mas achei que fosse por causa da mãe dele. Nisto, o meu amigo perguntou se aconteceu algo e apenas disse que talvez ele não gostasse mais de mim. Mas este amigo printou o status dele, dizendo que estava chateado >>>isso já de noite<<< por ter alguém que o esqueceu — ou algo assim, não me lembro. Mas me lembro daquela noite que dormir tão bem, o meu coração se acalmou. Desde então, quando saio de casa >>>são poucas vezes<<< fico nervosa de vê-lo novamente. E bem, eu sei que realmente estou apaixonado por ele, quase não consegui escrever isto por causa da minha ansiedade e nervosismo.
E bem, o que eu faço? Procuro por ele? Mas e se ele for o babaca de sempre?
Aliás, talvez ele tenha namorado, me lembro de ter dado em cima de algumas garotas da sala dele na época. E também ele dá em cima de tudo, mas ele me falou que é porque é ''natural'' dele o flerte, sinceramente....
Minha primeira vez >< aqui.
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2020.05.15 20:46 YoRHa-IT-guy “Você só tá apegado demais no filme”

Bom pessoal, eu confesso que mesmo anonimamente, ainda pra mim é difícil escrever esse texto. Criei forças de onde não tenho, mas eu preciso aliviar um pouco da minha carga (ainda mais nesse tempo onde não se sabe se será um vírus ou um governo que irá te matar).
Aos meus 7 anos de idade, fui diagnosticado com depressão. Sofri um bullying danado nesse tempo e não sabia como reagir. Descobri o que era um psicólogo cedo, e mal sabia eu que precisaria de um pro resto da vida mais que qualquer coisa. Bom, os anos foram passando. A depressão nunca saiu do meu pé, houveram umas folgas dela sim, mas ela permanece até hoje (aos meus 20 anos). Eu escrevo isso não por causa dela, mas sim por causa do que veio com ela.
Na adolescência eu tive inúmeras decepções. Com amigos, com namoro, com família. Algumas coisas mais pesadas que outras. A conclusão foi que aos meus 18, eu já tinha sido diagnosticado com alguns transtornos, como ansiedade, bipolaridade e psicose (além da depressão). Pra minha infelicidade são mais, mas não tô afim mesmo de exaltar doenças e transtornos. Acontece que, de janeiro de 2019 pra cá, desenvolvi o que os médicos chamam de “transtorno da expressão emocional involuntária” ou, como vocês devem conhecer ultimamente, “a risada do Coringa”. Além do que já tenho, isso é o que mais me atinge. Começou com umas risadinhas de instantes de coisas totalmente aleatórias, uma ou duas vezes na semana. Hoje, eu chego do trabalho todos os dias, mega estressado, sento na cadeira do meu computador e antes de ligá-lo, eu gargalho como se tivesse ouvido a melhor piada da minha vida. Porém, com lágrimas de tristeza mesmo nos olhos. E vale ressaltar que, muitas vezes corro pro banheiro no trabalho ou na faculdade simplesmente pra rir. É assim uma boa parte do dia.
Isso não só me incomoda, como me constrange e oprime a minha alma. É como se eu não fosse dono da minha própria vontade, não posso agir como uma “pessoa normal” mais (como minha mãe costuma dizer, já que ela sempre diz pros outros que o filho dela é um estranho), atrapalhando e muito meus relacionamentos, em todas as áreas. E o foda disso é que isso se soma a ansiedade, depressão, estresse e se torna um gigante, e não tem um que me entenda. Ouvi de um dos meus melhores e mais próximos amigos: “Você só tá apegado demais no filme” e sim, partiu meu coração. E ainda quando acontece, eles ficam lá, olhando, como se vissem a coisa mais bizarra do mundo. Eu tenho vergonha de buscar ajuda e não quero falar com os meus pais sobre. Eles sempre acham que é “falta de Deus” e me julgam, por mais que digam que não. Quem de fato sabe do problema age como se eu não tivesse e não me levam a sério, então fico nesse limbo. Talvez seja mesmo só um “apego no Coringa”, talvez eu seja só mais um cara estranho. Talvez hoje eu sente mais um dia no meu quarto e gargalhe como um doido, mas não do nada e sim de, sei lá, algum meme ou piada que lembrei. Talvez eu esteja mesmo só apegado.
“Lembra que você dizia que meu riso era uma doença? Que tinha algo de errado em mim? Não tem. Eu sou assim.”
Pra quem quiser saber mais sobre isso, existe um artigo bem explicativo:
https://www.scielo.bpdf/rpc/v35n1/v35n1a04.pdf
Obrigado pelo espaço, pessoal.
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2020.04.26 08:37 gabr10 Um resumo dos meus últimos meses.

Estou tendo uma crise que nunca tive antes e precisava colocar isso tudo pra fora. Esses foram os momentos mais recentes da minha vida e que me fizeram estar sentido o que estou sentindo agora. Talvez seja uma crise de ansiedade? Pânico? Depressão? Não sei.
Final do ano passado conheci uma pessoa maravilhosa, a gente saiu, nós curtimos muito. Quando ela tava mal eu ia pra casa dela, me preocupava demais. Teve um dia que eu fui lá e ela tava bem mal, numa crise fodida de ansiedade por se sentir sozinha, ela morava solo e estudava pra medicina. Fiquei lá com ela até umas meia noite e decidi chamá-la para dormir comigo em casa, pra tentar ocupar a cabeça e fazer algo diferente, ela topou.
Foi a primeira vez em 24 anos que levei uma mulher pra casa, e a gente não tava nem namorando ainda. Era um sábado, ela dormiu comigo e melhorou bastante, no domingo minha família tava reunida e minha mãe perguntou se a gente queria ir lá, ela hesitou mas decidimos ir, todo mundo tava com a atenção em nós dois pq até então nunca me viram com ninguém, eu tava nervoso mas foi tudo bem, passamos o dia lá com minha família, ela curtiu bastante e voltamos pra casa, deitamos, conversamos um pouco e ela me pediu em namoro. Sinceramente fui pego de surpresa, falei pra ela que não tava satisfeito com umas coisas em mim e achei melhor não oficializarmos naquela hora. Até ai tudo bem, continuamos sem o título de namorados. Gosto dela como nunca gostei de ninguém, pra ficar claro. Só não achei a melhor hora pra aceitar o pedido.
O "problema" é que dois dias depois ela me deu a notícia que tinha passado em medicina em outro estado. E foi. Fiquei muito feliz por ela, que entraria no seu curso dos sonhos mas também fiquei triste por mim - talvez me chamem de egoísta - que acabara de perder uma pessoa que me fez sentir coisas que nunca tinha sentido, que pela primeira vez me faria sentir 100% feliz com minha vida.
No dia que ela foi embora eu me lembrei o que era chorar, na minha vida toda chorei em situações muitíssimo raras, mas assim que entrei no ônibus sentei no fundo, já sabendo o que iria acontecer comigo. Chorei o caminho todo, mais um sentimento novo que ela me fez sentir. Nunca senti a tristeza de uma despedida.
Ela foi para o estado novo e eu comecei a pensar no futuro, valeria a pena um relacionamento à distância? Quando conseguiria vê-la? Será que ela sente o mesmo por mim?
Até hoje penso muito nisso tudo. Após várias conversas mais choradeiras ela preferiu que a gente continuasse a se falar porém não queria nada sério com essa distância. Me deixou livre pra sair com outras pessoas, e ela claro, também. Ainda assim eu queria muito a ver novamente, estava (e estou) morrendo de saudades - outro sentimento que nunca havia sentido tão intensamente. Aliás, essa é a palavra, intensidade. Tudo o que vivemos foi muito intenso, mesmo que breve: as vezes que estávamos juntos, as conversas, os sentimentos.
Ela viajou uma semana antes do carnaval, eu já estava monitorando os preços das passagens aéreas para num futuro próximo matar essa saudade. Mal sabia eu novamente me frustaria com a vida. Pouco tempo tempo o corona vírus começa a assustar o mundo. Tudo e todos pararam. Agora não faço ideia de quando a verei novamente... se ela ainda sente a mesma coisa que eu. Essa é uma pergunta que me faço frequentemente, sou muito inseguro. Acho que ainda não estou preparado para aceitar que talvez a gente não se veja nunca mais. . . Com esse coronavírus comecei a ficar preocupado com mais outras coisas... trabalho no aeroporto, passei umas semanas indo antes de adiantarem minhas férias. Acompanhei a quantidade de vôos ir de centenas por dia para unidades, o movimento reduziu em cerca de 95% no meu trabalho. A equipe é de 5 pessoas e colocaram 3 de férias. Meu retorno é no próximo mas mas não faço ideia se irão me manter oh me demitir. Está tudo muito volátil, trabalho com turismo e essa área está sendo profundamente impactada, não sei como vai ser a volta do movimento no aeroporto. Meses? Anos? Essa incerteza com o futuro está me corroendo por dentro de uma forma que não sei explicar.
Estava pretendendo fazer o curso para virar comissário (trabalhava diretamente com tripulações e achei muito interessante) porém agora também não tenho perspectiva nenhuma. A azul, que é a companhia que mais voa aqui colocou milhares de tripulantes de licença não remunerada, agora há todos esses que já fizeram o curso, a prova da Anac e já possuem experiência numa fila de espera sem previsão de retorno. Não sei se vale a pena fazer o curso e esperar tudo isso melhorar. . . Falando da quarentena, logo no começo tive um episódio leve onde me senti verdadeiramente triste, sem vontade de fazer nada, que durou um ou dois dias. Agora, há poucos momentos atrás tive uma bem mais pesada, onde fiquei pensando sobre tudo na minha vida, minhas relações, meus planos, meu futuro. Acho que o que piorou também foi o fato de ter ido pra emergência com minha mãe recentemente, ela foi tratada e voltou pra casa melhor mas hoje, ela foi novamente para o médico, achava que era a tireóide desregulada, não se sentia bem. Quando voltou me contou que era uma crise de ansiedade, o médico deu 60 dias de atestado.
Meu cachorro também teve que fazer uma cirurgia antes de ontem, e temos que cuidar dele esses dias.
Acho que tudo isso me fez sentir assim.
É isso, acho que me prolonguei muito mais do que queria. Peço desculpas e se você leu até aqui muito obrigado.
TLDR: Conheci uma pessoa massa, quase começamos a namorar mas ela passou no curso em outro estado e foi embora. Pretendia visitá-la mas o corona acabou não só com esses planos mas com minhas perspectivas futuras, trabalho com turismo e não sei como serão os próximos meses. Pretendia fazer o curso pra virar comissário e isso também foi por água a baixo pq agora há milhares deles sem emprego. Minha mãe teve algumas crises de ansiedade e meu cachorro fez uma cirurgia recentemente. Meu pai continua indo trabalhar mesmo sendo grupo de risco.
TLDR do TLDR: estou muito fodido, triste, minha mãe mal; sem mulher, talvez sem emprego e não sei o q vou fazer no futuro.
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2020.04.26 07:30 gabr10 Um resumo dos meus últimos meses até hoje.

Estou tendo uma crise que nunca tive antes e precisava colocar isso tudo pra fora. Esses foram os momentos mais recentes da minha vida e que me fizeram estar sentido o que estou sentindo agora. Talvez seja uma crise de ansiedade? Pânico? Depressão? Não sei.
Final do ano passado conheci uma pessoa maravilhosa, a gente saiu, nós curtimos muito. Quando ela tava mal eu ia pra casa dela, me preocupava demais. Teve um dia que eu fui lá e ela tava bem mal, numa crise fodida de ansiedade por se sentir sozinha, ela morava solo e estudava pra medicina. Fiquei lá com ela até umas meia noite e decidi chamá-la para dormir comigo em casa, pra tentar ocupar a cabeça e fazer algo diferente, ela topou.
Foi a primeira vez em 24 anos que levei uma mulher pra casa, e a gente não tava nem namorando ainda. Era um sábado, ela dormiu comigo e melhorou bastante, no domingo minha família tava reunida e minha mãe perguntou se a gente queria ir lá, ela hesitou mas decidimos ir, todo mundo tava com a atenção em nós dois pq até então nunca me viram com ninguém, eu tava nervoso mas foi tudo bem, passamos o dia lá com minha família, ela curtiu bastante e voltamos pra casa, deitamos, conversamos um pouco e ela me pediu em namoro. Sinceramente fui pego de surpresa, falei pra ela que não tava satisfeito com umas coisas em mim e achei melhor não oficializarmos naquela hora. Até ai tudo bem, continuamos sem o título de namorados. Gosto dela como nunca gostei de ninguém, pra ficar claro. Só não achei a melhor hora pra aceitar o pedido.
O "problema" é que dois dias depois ela me deu a notícia que tinha passado em medicina em outro estado. E foi. Fiquei muito feliz por ela, que entraria no seu curso dos sonhos mas também fiquei triste por mim - talvez me chamem de egoísta - que acabara de perder uma pessoa que me fez sentir coisas que nunca tinha sentido, que pela primeira vez me faria sentir 100% feliz com minha vida.
No dia que ela foi embora eu me lembrei o que era chorar, na minha vida toda chorei em situações muitíssimo raras, mas assim que entrei no ônibus sentei no fundo, já sabendo o que iria acontecer comigo. Chorei o caminho todo, mais um sentimento novo que ela me fez sentir. Nunca senti a tristeza de uma despedida.
Ela foi para o estado novo e eu comecei a pensar no futuro, valeria a pena um relacionamento à distância? Quando conseguiria vê-la? Será que ela sente o mesmo por mim?
Até hoje penso muito nisso tudo. Após várias conversas mais choradeiras ela preferiu que a gente continuasse a se falar porém não queria nada sério com essa distância. Me deixou livre pra sair com outras pessoas, e ela claro, também. Ainda assim eu queria muito a ver novamente, estava (e estou) morrendo de saudades - outro sentimento que nunca havia sentido tão intensamente. Aliás, essa é a palavra, intensidade. Tudo o que vivemos foi muito intenso, mesmo que breve: as vezes que estávamos juntos, as conversas, os sentimentos.
Ela viajou uma semana antes do carnaval, eu já estava monitorando os preços das passagens aéreas para num futuro próximo matar essa saudade. Mal sabia eu novamente me frustaria com a vida. Pouco tempo tempo o corona vírus começa a assustar o mundo. Tudo e todos pararam. Agora não faço ideia de quando a verei novamente... se ela ainda sente a mesma coisa que eu. Essa é uma pergunta que me faço frequentemente, sou muito inseguro. Acho que ainda não estou preparado para aceitar que talvez a gente não se veja nunca mais. . . Com esse coronavírus comecei a ficar preocupado com mais outras coisas... trabalho no aeroporto, passei umas semanas indo antes de adiantarem minhas férias. Acompanhei a quantidade de vôos ir de centenas por dia para unidades, o movimento reduziu em cerca de 95% no meu trabalho. A equipe é de 5 pessoas e colocaram 3 de férias. Meu retorno é no próximo mas mas não faço ideia se irão me manter oh me demitir. Está tudo muito volátil, trabalho com turismo e essa área está sendo profundamente impactada, não sei como vai ser a volta do movimento no aeroporto. Meses? Anos? Essa incerteza com o futuro está me corroendo por dentro de uma forma que não sei explicar.
Estava pretendendo fazer o curso para virar comissário (trabalhava diretamente com tripulações e achei muito interessante) porém agora também não tenho perspectiva nenhuma. A azul, que é a companhia que mais voa aqui colocou milhares de tripulantes de licença não remunerada, agora há todos esses que já fizeram o curso, a prova da Anac e já possuem experiência numa fila de espera sem previsão de retorno. Não sei se vale a pena fazer o curso e esperar tudo isso melhorar. . . Falando da quarentena, logo no começo tive um episódio leve onde me senti verdadeiramente triste, sem vontade de fazer nada, que durou um ou dois dias. Agora, há poucos momentos atrás tive uma bem mais pesada, onde fiquei pensando sobre tudo na minha vida, minhas relações, meus planos, meu futuro. Acho que o que piorou também foi o fato de ter ido pra emergência com minha mãe recentemente, ela foi tratada e voltou pra casa melhor mas hoje, ela foi novamente para o médico, achava que era a tireóide desregulada, não se sentia bem. Quando voltou me contou que era uma crise de ansiedade, o médico deu 60 dias de atestado.
Meu cachorro também teve que fazer uma cirurgia antes de ontem, e temos que cuidar dele esses dias.
Acho que tudo isso me fez sentir assim.
É isso, acho que me prolonguei muito mais do que queria. Peço desculpas e se você leu até aqui muito obrigado.
TLDR: Conheci uma pessoa massa, quase começamos a namorar mas ela passou no curso em outro estado e foi embora. Pretendia visitá-la mas o corona acabou não só com esses planos mas com minhas perspectivas futuras, trabalho com turismo e não sei como serão os próximos meses. Pretendia fazer o curso pra virar comissário e isso também foi por água a baixo pq agora há milhares deles sem emprego. Minha mãe teve algumas crises de ansiedade e meu cachorro fez uma cirurgia recentemente. Meu pai continua indo trabalhar mesmo sendo grupo de risco.
TLDR do TLDR: estou muito fodido, triste, minha mãe mal; sem mulher, talvez sem emprego e não sei o q vou fazer no futuro.
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2020.03.06 04:42 liquid_Malva Odeio o reddit pelo mesmo motivo que o amo.

Eu tenho um problema no estômago que não foi resolvido, que tenho desde que nasci. Fui em diversos médicos (claro que nenhum muito foda, n sou rico pra pagar essas consultas) e continuo tendo o mesmo problema. Já fiz endoscopia, testes de sangue, enfim, tudo, e nada resolve.
Basicamente, sempre que eu como eu passo mal, mas eu não necessariamente vomito (o que chamam de refluxo). Não consigo comer o suficiente que quero ( sou magro e alto)
No meu relacionamento, não tenho nada a reclamar. Eu namoro a melhor pessoa do mundo, uma parceira que nem acredito que exista. Namoramos há um ano, e quero ela na minha vida sempre.
No meu trabalho, tudo corre bem, tirando o fato de que graças à minha alimentação (por esse problema no estômago), sempre fico meio zonzo no fim do dia.
Minha cabeça, é bagunçada demais. Me perco em pensamentos, não confio tanto nas pessoas (com exceção de uma ou outra), às vezes me culpo demais por ser alguém que quase sempre tento dar atenção/satisfação pros outros e não recebo de volta, de vez em quando me sinto solitário.
O ponto é que, eu queria dizer que tem muitos de vocês que passam pelo mesmo que eu todos os dias, e que seríamos ótimos amigos se nos conhecéssemos.
Porém, por conta do anonimato de reddit, nunca vamos nos reconhecer, não nos conhecemos.
Guardo milhares nicks de pessoas aqui no reddit, de vez em quando penso se vocês não são aquela pessoa com fones de ouvido esperando o busão. Se vocês estão estacionando o carro numa rua, ou cruzando a mesma avenida que eu, ou se tropeçaram e disfarçaram.
Talvez a gente já tenha se cruzado por aí, e sequer sabemos quem somos, mas ja nos falamos eventualmente.
Eu gosto muito de vocês (e odeio muito os filhos da puta, que tbm tem), e sei que se todos estivéssemos juntos, teríamos muito mais a ganhar.
Eu amo o reddit, mas o odeio pelo mesmo motivo de amar.
Eu sei que grande parte de vcs (assim como eu), leem mais do que postam.
Saiba que eu conheço muito de vocês e de suas histórias, e curto muito ver quando vocês superam seus problemas!
Saibam que seus posts com 1, 2, 5 likes, às vezes me arrancam um sorriso mais do que um facebook ou instagram( não tenho ambos kkkk) com 21919738191 trilhões de likes.
Obrigado. Agora, dá um sorriso vai, mesmo que esteja sozinho.
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2020.03.05 04:26 psicopatola Eu perdi o amor da minha vida, eu acho

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente feliz, que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:40 psicopatola Relacionamento à la Grey's Anatomy

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Meredith e eu namorei o Derek por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Alex, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Alex. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Alex falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Alex sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? A gente se vê muito pouco agora.
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2020.03.03 03:15 psicopatola Eu tinha dois "namorados" e perdi os dois 😬

Está é uma história sem final, já adianto pra vocês. Só queria desabafar mesmo. Meu nome é Jane e eu namorei o Michael por dois anos, sempre em um regime não monogâmico. Desde o primeiro dia que a gente ficou junto nunca mais paramos de nos falar. O namoro veio naturalmente, com um pedido lindo, depois de quatro meses em que estávamos juntos. Nunca houve uma conversa sobre ser ou não ser monogamia. Nós sempre conversávamos que na nossa concepção o amor é uma escolha e você é livre para se relacionar com quem quisesse. Tínhamos alguns tratos, tipo não se envolver emocionalmente, não ficar com conhecidos e não conversar sobre outras pessoas que ficávamos. Nunca fiquei com ninguém nesse meio tempo, mas me dava um alívio imenso só de saber que eu teria essa liberdade de escolha.
Pois bem, o tempo passou e as coisas aconteceram. Concluí meu curso médico, fui estudar psiquiatria. Depois que você forma em medicina, você faz a residência médica, que é um grande vestibulaEnem. A partir do resultado da prova, você escolhe um lugar pra ir. Escolhi o hospital mais antigo e tradicional da minha cidade e fui, feliz da vida. Lá conheci o Rafael, um outro médico que tinha passado em outro hospital, mas que ia ficar trabalhando comigo nos 9 primeiros meses. Não sei o que foi, mas ele chamou minha atenção logo de cara. Ele era lindo, gente boa, inteligente, engraçado, amava literatura, tocava violão... Já logo no início o feitiço se quebrou um pouco porque ele também era hetero topzera, gostava de ir em boates pagação e ouvir sertanejo. Devo dizer que de cara, o que me chamou a atenção foi a parte física, e não demorou muito para que eu estivesse conversando com ele todos os dias o dia todo. Ele sempre me esperava pra almoçar, me ligava pra saber se eu ia nas aulas, ficava me procurando pra conversar quando acabava o serviço. Ficamos muito próximos até que... Demos um beijo. Foi logo no primeiro mês de residência, estávamos completamente bêbados e eu já não tava aguentando de tesão. E então começou a surgir algo além da amizade.
Nessa altura do campeonato, meu namoro não estava lá essas coisas. Eu estava passando muito tempo ocupada com as coisas do meu serviço e ele estava ocupado com TCC, mestrado, artigo científico. Estávamos cada vez mais distantes um do outro, só que não queríamos reconhecer isso, porque tínhamos um carinho muito grande um pelo outro. As brigas eram constantes e eu ia desabafar com quem? Rafael. Passei a enxergar nele um porto seguro, um alguém pra quem eu podia correr caso precisasse. Desabafava sobre os problemas do meu namoro, questões familiares, inseguranças da vida. E a gente conversava cada vez mais.
Ficávamos quase sempre, pelo menos uma ou duas vezes por semana. Às vezes no carro dele, às vezes na casa dele, as vezes em algum lugar do hospital, mas sempre dávamos um jeito. E assim, eu cheguei num ponto do meu namoro em que não dava mais pra continuar. Terminei tudo e ele foi a primeira pessoa que eu contei.
Passamos a ficar cada vez mais próximos um do outro. O carinho e a admiração cresciam cada vez mais, mas ao mesmo tempo, não havia nenhuma conversa que indicasse que ele queria continuar comigo a longo prazo. Informação importante: ele nunca namorou antes. Por causa disso e da ausência de perspectiva futura, passei a viver o presente com ele. Eu amava passar tempo com ele. Ficávamos horas e horas a fio conversando. Cansei de "dormir" na casa dele: o dormir está entre aspas porque na verdade ficávamos conversando até altas horas de madrugada, até que um de nós apagasse primeiro.
Nesse ponto da história, todos os nossos amigos do trabalho sabiam e torciam por nós enquanto eu sentia que aquele relacionamento não tinha futuro. Nunca tinha conhecido nenhum amigo dele ou alguém da família. Eu dizia pra mim mesma que isso não significava nada. Há umas duas semanas atrás, um amigo em comum conversou com ele sobre o nosso relacionamento. Disse que ele deveria assumir os sentimentos dele e que provavelmente eu iria cobrá-lo depois do carnaval. Rafael falou pro nosso amigo que provavelmente a gente iria acabar namorando mesmo, porque já não tinha mais jeito. Um tempo depois, eu questionei Rafael sobre essa postura de enxergar o nosso namoro como uma consequência do tempo em que a gente tá junto e não do tanto que a gente se gosta. Na minha cabeça não faz sentido: namoros acontecem porque duas pessoas se gostam e pronto. Eu pedi a ele que me perguntasse as coisas ao invés de supor o que eu estava pensando. Ele chorou muito, disse que gostava demais de mim e que não queria me causar sofrimento. Isso foi numa segunda feira. Fiquei terça, quarta e quinta com o coração pesado e acabei chamando ele pra conversar na minha casa. Ele era a pessoa com quem eu mais conversava diariamente. Eu estava sentindo muita falta disso. Na quinta, ele chorou mais ainda, me contou que a faculdade foi horrível pra ele, que ele teve depressão, perdeu 12 quilos e se sentiu um lixo durante muito tempo. Que esse momento de agora que a gente tá vivendo era a primeira vez em que ele está genuinamente , que ele nunca tinha sofrido realmente na vida e que ele tinha medo de se envolver e mudar algo desse momento feliz. Foi muito sofrido pra ele. Ele pediu um tempo pra pensar, pra ver como seria a vida dele no segundo ano de residência e pra tentar entender como ele quer lidar comigo. Depois dessa chamada que eu dei nele, ele descobriu que gosta demais de mim e que não quer ficar comigo sem que seja algo sério. E aí eu fiquei com muuuuuita raiva. Não sei lidar com rejeição por parte dos outros. Eu inicialmente havia concordado em ser amiga dele, mas eu me senti rejeitada. Xinguei ele de todos os nomes que consegui, bem infantil mesmo, e bloqueei ele em todos os lugares. Na sexta feira de carnaval, xinguei mais ele, fiz ele sair de um bloquinho, pra voltar pra casa e conversar comigo. É isso.
Eu amo esse homem, gente. Eu não sei ainda se eu quero namorar, mas eu quero ficar junto com ele. O que eu faço? Eu tô com muita saudade. A gente se vê muito pouco agora.
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2019.09.15 19:11 YareYareDaze007 Minha "breve" história amorosa

Essa História que será aqui contada, nesse livro, é a jornada de um garoto chamado Giovane, um garoto quieto, de poucos amigos, porém muito estudioso, sempre tirava boas notas na escola. E é exatamente lá que nossa história começa.
No ano de 2017, nosso protagonista está sentado tranquilamente em sua mesa, na sala de aula, quando repentinamente ao olhar de relance para a porta, ele percebe alguém entrando, mais especificamente uma garota, uma linda garota, que instantaneamente desperta o encanto de Giovane. Vale lembrar que naquela época, ele era um garoto de 13 anos, sem nenhuma preocupação além de vídeo-games e estudos, mas tudo aquilo estava prestes a mudar. Naquele momento, ele havia descoberto o amor, que muitas vezes pode ser comparado à uma benção ou maldição. Ao ver a garota de nome desconhecido entrar, Giovane logo ficou surpreso com tamanha beleza, porém no momento não fez muita coisa. Apenas voltou aos estudos e tentou não pensar muito naquilo, porém era quase impossível, a cada conta que fazia, a cada texto que lia, a imagem da garota continuava a aparecer em sua cabeça. O que era muito ruim, considerando o fato de Giovane sempre dar muita importância aos estudos, aquilo estava o atrapalhando. Mas logo o nome da garota foi revelado: Sabrina. Giovane ouvira a professora dizer esse nome na chamada e viu a garota responder.
Não demorou muito para ele se dar conta do que havia acontecido. Ele sabia que estava sob o efeito da droga mais poderosa que existe: O Amor. E para o amor não existe cura, apenas o tempo, que foi justamente o que decidiu fazer: dar um tempo e ver o que acontecia. Giovane Não tinha ideia de como os eventos se desenrolariam dali em diante, não sabia o quanto sofreria pensando nela.
Passado algum tempo, cerca de 3 meses, e o amor de Giovane por Sabrina continuava aumentando, como uma fogueira que é atiçada pelo vento. No entanto, uma dúvida ainda pairava sobre sua cabeça: O sentimento era recíproco? Sabrina via Giovane com outros olhos? Ele não sabia, e isso estava o enlouquecendo.
Um mês depois do acontecimento anterior, ele havia pensado em uma maneira de acabar com suas dúvidas, era o único modo que nosso protagonista havia pensado: Falar à Sabrina sobre seus sentimentos. Porém, Giovane era um garoto extremamente tímido, o que deixava essa hipótese quase impossível. Ele tinha medo de contar o que sentia e não ser correspondido, ou ainda pior, ser ridicularizado pelas pessoas ao redor da escola. Chega o fim do ano e Giovane não havia conseguido se declarar. "Meu Deus, mas e se ela não estiver aqui o ano que vem? " Pensava.
2018, início do ano. E para sua surpresa, ele estava na mesma sala que Sabrina. Seria o destino dando uma segunda chance a ele? Talvez. E como dito anteriormente, seu amor não diminuía, apenas crescia dia após dia. Nosso protagonista tem 14 anos agora, muito mais maduro, certo? Errado! Ele continuava com uma ideologia de " deixar o rio fluir ", ou seja, não fazer nada e deixar que o destino cuidasse do resto. Claramente essa tática não deu certo. Porém, Giovane possuía um amigo chamado Marcos, cujo qual se dava muito bem com as mulheres. E fui justamente a ele que Giovane foi pedir ajuda. E acontece que Marcos era realmente bom no que fazia, e milagrosamente conseguiu fazer Sabrina se aproximar consideravelmente de nosso protagonista, que estava pensando sobre a vida e as decisões que havia tomado e aparentemente não interagindo com Sabrina, o que fez Marcos aparecer e talvez ter causado o maior arrependimento da vida de Giovane. Ou não? Marcos chegou conversando com ambos e acabou deliberadamente por falar que Giovane estava apaixonado por Sabrina, o que deixou nosso protagonista completamente paralisado, como se tivesse visto um fantasma, sem nada para dizer, como se tivesse visto a morte cara-a-cara. E Sabrina pareceu incrédula do fato, tanto que até se levantou da cadeira na qual estava sentada e estava se dirigindo a seu lugar, quando Marcos a parou e tentou argumentar com ela, mas nada parecia dar certo. Enquanto isso, nosso protagonista continua sentado imóvel na mesma posição que havia começado a conversa. Passados cerca de 3 minutos, Sabrina chega à mesa de Giovane e pergunta:-O que aconteceu?
-Nada. Diz Giovane
-Você está com cara de bravo. Foi alguma coisa que eu fiz?
-Não, não foi nada.
E Sabrina sai daquela mesa e volta para a dela.
A partir daquele dia, Giovane se tornou outra pessoa, alguém completamente novo. Ao invés do garoto alegre e piadista de sempre, ele havia se tornado alguém quase depressivo, não falava quase nada, passava horas parado pensando na vida, não fazia mais tantas piadas. Até o dia 10 de agosto de 2018, quando ele decide que não vale mais a pena sofrer tanto por conta de falta de coragem. Na escola, durante a aula de geografia a lição era fazer um mapa-múndi e foi o que nosso protagonista fez, porém Marcos tinha um plano para ambos ganharem nota apenas com o esforço de Giovane, que aceitou ajudar já que poderia precisar de algum favor de Marcos algum dia. E foi um plano, absurdamente bem bolado, executado com maestria e finalizado com êxito.
Na noite daquele mesmo dia, Giovane decide cobrar a ajuda que ofereceu à marcos. Mandou uma mensagem para ele e combinou que iriam executar um plano para que nosso guerreiro Giovane tivesse a coragem de se declarar à belíssima donzela Sabrina. Marcos a convenceria a segui-lo e passaria por um local combinado, onde Giovane apareceria e abriria seu coração para ela, acabando de uma vez por todas com isso, do jeito bom, que Giovane sairia com uma namorada e se livraria de sua tristeza ou do modo ruim, que era o que Giovane achava mais provável, onde ele seria completamente rejeitado e jogado à depressão para sempre, porém esquecendo de Sabrina. Nada poderia impedir esse plano de funcionar.
Exceto uma coisa: O esquecimento de Marcos que não conseguiu atrair Sabrina até o local combinado, o que fez com que Giovane saísse vagando pela escola envolto em seus pensamentos, e andando sem parar, para praticar pelo menos de alguma maneira, algum exercício, contudo ao fazer a volta na escola várias e várias vezes, no caminho Giovane se deparava com Sabrina andando com uma amiga e seu namorado, e durante algumas dessas vezes ele pôde ouvir claramente a amiga de Sabrina dizer: " quem quer catar a Sabrina? " Duas vezes na mesma hora em que ele estava passando e ainda ouviu mais uma última vez: " Ela está se doando ". Giovane estava começando a ligar os pontos, tudo começava a fazer sentido em sua cabeça. A vontade dele era alterar o curso de sua caminhada e abrir seu coração a ela, porém se fizesse isso, ele estaria desperdiçando um favor de Marcos, então Giovane Simplesmente continuou sua jornada de volta à sala de aula. Ele estava prestes a descobrir o significado de tudo que aconteceu.
No final daquele dia, Giovane decidiu perguntar à marcos se ele havia se esquecido. E de fato ele havia, no entanto se ofereceu para fazer o mesmo plano no dia seguinte. Giovane concordou.
Terça-feira, 14 de agosto de 2018, nosso protagonista vai para a escola apreensivo pensando em como vai ser, no que ele vai dizer..., mas durante a aula de história, nosso herói percebe que Sabrina estava muito impressionada com o professor novo. Estaria ela realmente afim do professor? Ou seria apenas uma brincadeira? Ele não sabia e isso o deixava apreensivo. Na próxima aula, a de matemática, a professora havia mudado Sabrina de lugar. E coincidentemente, o lugar que ela foi designada era bem perto do lugar de Giovane. Seria esse o destino colaborando mais uma vez para que tudo desse certo em sua vida?
No recreio, tudo estava combinado com Marcos. Só lhe restava sair da sala e seguir com o plano. Acontece que um amigo de nosso protagonista, conhecido pelo codinome Sem Mão, decidiu segui-lo e ver o que aconteceria e como acabaria. Giovane conta o plano à Sem Mão, que fica impressionado e diz que aquele plano era como fazer roleta russa com 5 balas. No entanto, Marcos demorou muito para fazer o plano e quando fez, não fez corretamente: Ele simplesmente disse para Sabrina que Giovane gostaria de conversar separadamente com ela, enquanto nosso protagonista apenas passava por ela e ia direto ao banheiro, pois estava muito tenso. Acaba o intervalo e Giovane se dirige à sala de aula. Na última aula, logo em seguida da de educação física, todos voltam para a sala e se preparam para a aula de matemática e provavelmente a coisa mais inesperada desse livro acontece: Ele pensando na vida como sempre, consegue ouvir Sabrina e Vinícius, um outro colega de sala, discutirem sobre voltar ao lugar anterior deles, e de repente ouve ela dizer que aquele lugar era bom porque ela conseguia ter uma boa vista de uma coisa. Instantaneamente nosso protagonista percebeu que essa "coisa" era nada mais nada menos que ele mesmo, até porque em certo momento dessa conversa ele pôde perceber Vinícius responder: Do G? Que foi logo respondido com uma resposta de Sabrina: Por que você não grita logo de uma vez?! Seguido disso, Vinícius em tom de brincadeira, aumenta levemente sua voz e repete a frase anterior. A teoria das cinco balas de Sem Mão acabara de ser refutada, pois com essas informações, suas chances aumentaram consideravelmente, deixando a arma com apenas uma bala. Estava muito claro para Giovane que Sabrina aparentemente gostava dele, mas não queria que isso fosse exposto. Passado certo tempo da aula, mais uma vez Sabrina diz que é um bom lugar e que ela consegue observar muito bem essa "coisa" e foi respondia por Vinícius: Mas do seu lugar anterior, você também consegue ver. E logo veio a resposta: Sim, mas daqui eu consigo ver mais de perto, logo esse lugar é melhor. Ele sabia que, ou se tratava dele ou de algum de seus amigos que sentavam perto, e estava bem convencido de que se tratava dele. Nesse momento, Giovane estava pulando de alegria por dentro, mas por fora só se via sua expressão mais comum: a de indiferença. Ninguém simplesmente olhando, poderia saber a felicidade que residia dentro de Giovane naquele instante. Ele foi para casa se sentindo renovado e feliz, só não voltou saltitando por motivos de masculinidade. O que aconteceria depois?
No dia seguinte, Giovane não foi para a escola. Ele havia ido ao médico, e como o sistema de saúde do Brasil não é dos melhores, não conseguiu voltar a tempo de ir para a escola. Ainda nesse dia, pela primeira vez ele decide tirar seu bigode e por incrível que pareça, se achou mais bonito e se sentiu deveras confiante em sua jornada. Por volta das 18 horas, conversa por mensagens com seu amigo Sem Mão e lhe conta sobre o que havia descoberto ouvindo aquela conversa, e para desanimar um pouco nosso herói, Sem Mão diz que o "G" mencionado na conversa, poderia ser de Gustavo, outro aluno da mesma sala, mas Giovane prefere acreditar que ela se referia a ele. Logo em seguida, começa a conversar com Marcos, que também fica ciente da situação e diz:
- Ela está brincando com você, cara...
- Não, estou tão confiante que apostaria cinco reais que ela não está brincando!
- Cinco reais? Apostado então! Mas para você ganhar, ela tem de deixar explícito que aceita você. Assim como para eu ganhar, ela deve deixar explícito que rejeita você.
- Claro.
Giovane não possuía cinco reais, nem sabia onde conseguir, mas estava confiante.
16 de agosto de 2018, nosso protagonista aparece na escola e diferentemente do último dia, não parecia tão tenso, parecia até mesmo confiante do que iria fazer. Logo Marcos apareceu:
- Está fechada a aposta de hoje?
- Com certeza!
- Você sabe que vai perder, né?
- Certamente que não, estou tão confiante que nem trouxe o dinheiro, como sinal de que sei que não vou falhar! – Cada frase que nosso protagonista falava, era dita com convicção.
- Se está tão confiante assim, suba a aposta para dez reais!
Giovane pensou por alguns segundos. Ele não tinha esse dinheiro em mãos, mas para mostrar confiança à Marcos e a si mesmo, subiu a aposta.
- Feito!
No instante que disse isso, o sorriso malicioso que habitava o rosto de Marcos fora substituído por uma expressão de espanto. Não podia acreditar que nosso herói estava tão confiante. Porém, durante toda essa conversa na aula, Marcos decide contar à professora de ciências sobre a aposta, e para a surpresa de ambos, ela havia achado uma aposta interessante.
15:30, havia chegado a hora do intervalo, a hora da verdade. Quando pôs o pé para fora da sala de aula, soube que duas coisas importantíssimas estavam em jogo: Seu futuro amoroso e dez reais, que podem não parecer muito, mas na época que o país estava... Ele achava que seria fácil, mas estava muito enganado, pois quando estava fazendo o reconhecimento do melhor lugar para a abordagem, pôde sentir sua perna fraquejar. Depois de dar algumas voltas na escola e consequentemente acabar encontrando com Sabrina no caminho, ele havia achado que estava pronto e quando foi procurar seu alvo em movimento, não o encontrou, no entanto, logo descobriu que ela estava sentada, com sua amiga já mencionada anteriormente. Não havia mais escapatória, teria de se declarar na próxima volta e podia sentir seu coração bater cada vez mais forte ao se aproximar do local. Infelizmente, ao chegar e estar preparado, se depara com mais 4 garotas conversando com Sabrina e sua amiga, o que fez nosso herói alterar o curso e ao invés de parar, acabou seguindo sua trajetória comum. Faria na próxima volta, não importava o que acontecesse, porém, ao chegar novamente e ver que só estavam ela e sua amiga sentadas, não conseguiu. Era como se uma força desconhecida o impedisse.
Bate o sinal para todos voltarem para suas salas de aula e nosso protagonista entra e percebe que teria uma aula vaga, e logo seu lamento em não ter conseguido se declarar, se tornou em forças para tentar agora que não haviam tantas pessoas lá fora. E mais uma vez não conseguiu, até que Sem Mão propõe um desafio: reproduzir um desenho de seu amigo Raul, um cara vidrado em desenhar, e Giovane aceita, pois ficar andando e se lamentando não era a melhor atividade. Chegando onde Raul estava, Sem Mão explica o desafio, porém, por algum motivo Raul pega uma folha e corta em duas, dando uma parte para Sem Mão e outra a si mesmo. Giovane não se importa. Na verdade, parecia não se importar com mais nada depois de ter fracassado em conversar com uma garota. Sem Mão reproduz um desenho de um homem com terno roxo e gravata que Raul havia feito. A única diferença, no entanto, foi que sua reprodução ficou parecendo o cruzamento de um desenho de uma criança sem talento com um feto malformado em um pote com formol. Após isso, aparentemente Sem Mão ficou tão entediado quanto nosso protagonista e decidiu voltar a andar, quando de repente veem Marcos e o namorado da amiga de Sabrina tentando tirar a namorada de Marcos e a amiga de Sabrina de um banco no qual estavam todas sentadas. Giovane pensou que poderia ser Marcos querendo ajudá-lo a conseguir, mas qual seria sua motivação além de perder dinheiro? E eles conseguiram tirar as garotas do banco, deixando Sabrina sozinha, que decidiu levantar e começar a andar, mas nosso herói não pensou em abordá-la, simplesmente não tinha a coragem para isso. E acontece que ele era um cara muito corajoso quando se tratavam de brigas e tudo mais (até enfrentou um bando de garotos que estavam o incomodando uma vez), mas quando se tratava de garotas, ele não sabia o que fazer. Depois disso voltou para a sala a tempo de acompanhar as duas últimas aulas de geografia. Contudo, no final da última aula, Marcos veio conversar com nosso herói:
- E aí cara, cadê meus dez reais?
- Eu não falei com ela, logo não tomei um fora, o que significa que eu ainda fico com meu dinheiro.
- Porra, cara. Qual a dificuldade? É só chegar lá e falar " eu estou afim de você, vamos ficar juntos? " E acabou.
- Se fosse tão fácil assim, eu já teria feito há um ano e oito meses atrás...
- Mas é fácil!
- Não para mim. Me falta coragem.
Então Marcos decide tomar uma abordagem mais agressiva.
- Olha lá a bunda dela como é grande! Você não quer ter isso?
Giovane continuava dizendo que não tinha coragem.
- Olha lá, o cara foi dar tchau para ela e passou a mão na bunda dela! E ela ainda deu risada! Você vai deixar o cara fazer isso com sua futura esposa?
O sangue de Giovane fervia, como se ele mesmo fosse explodir a qualquer momento, mas ele era um cara calmo e conseguiu se manter normalmente apenas dizendo " calma e tranquilidade " a si mesmo enquanto Marcos dizia:
- Se amanhã você não conseguir, você vai ter de dizer para todo mundo que você é um merda e eu sou superior!
- Okay, já me considero um merda normalmente...
Mas aquela conversa lhe deu forças para o que ele faria no dia seguinte.
Dia 17 de agosto de 2018, nosso herói está prestes a sair de casa, enquanto seu pai assistia tevê, e de relance, pôde ver a notícia mais bizarra que já havia visto em toda a sua vida: " Homem-Aranha do crime " que aparentemente era um ladrão que escalava prédios tão bem que recebeu esse nome.
Chegando na escola, pronto para fazer um trabalho de artes, acaba descobrindo que haveria outra aula vaga, já que sua professora tinha faltado, o que o deixou feliz e enraivecido. Quando já havia saído da sala e estava andando pela escola, começa a falar com Sem Mão desse livro que está sendo escrito agora mesmo.
- Vai ter muita coisa nesse livro!
- Essa conversa também?
- Provavelmente, já que eu vou colocar qualquer coisa que pareça insignificante o suficiente no lugar de alguma informação que seria crucial, ou seja, essa conversa vai direto para ele.
- Bem, isso não seria meio que...
- Um Inseption muito foda!
- Eu ia dizer quebra da quarta parede, mas Inseption também está valendo.
- Não é bem uma quebra da quarta parede. Eu só estaria fazendo isso se eu dissesse: " Ei, você aí que está lendo esse livro, como é que você está? "
- É, realmente...
Ao andar, se deparava algumas vezes com Sabrina andando com Marcos e outra pessoa não apresentada anteriormente: Kauã. Em algum momento, Marcos tentou parar Giovane o empurrando e lembrando que ele tinha de concluir sua tarefa naquele dia, ou então seria um fracassado.
- Você tem até hoje para conseguir.
- Veja bem, meu amigo, até a meia-noite ainda é hoje.
E essa foi uma sacada bem esperta, tenho que admitir. Enfim, nosso protagonista continuou andando um pouco até que...
- Giovane! Chega aqui! – Disse Marcos aos berros sentado em um local perto de uma árvore.
- Porra... – Disse Giovane.
E foi andando até chegar a ele.
- Que foi, cara? – Perguntou em tom de desânimo.
Eu preciso que você tire uma foto.
" Uma foto? " Pensou Giovane, achando que poderia ter um esquema armado por Marcos.
- Ok, vamos lá!
E foram caminhando em direção à uma outra parte da escola. Quando chegaram, nosso herói se pôs em posição e segurando o celular de Marcos, estava pronto para fotografar. Enquanto olhava para a tela do celular, podia ver Sabrina e sua beleza, ao mesmo tempo que pensava " Caralho, eu sou um merda meu irmão! " E tirou a foto. No entanto, o que não sabia, é que quando já ia se retirando do local, Marcos o chamou e disse:
- Não, cara. A gente só quer que pegue essa parte da parede.
- Ah, ok.
E novamente estava em posição observando Sabrina pela câmera, e logo tirou outra foto. E dessa vez, conseguiu voltar à sua rota sem ser chamado mais uma vez. Andava e andava, sem rumo, sem destino, sem coragem, quando com sua super audição pôde ouvir Sabrina discutindo com Marcos, atrás dele.
Ouvindo isso, ela decide desafiar Marcos para uma briga, e ele logo se acovarda. Como Giovane, ele não tinha coragem. Quanta hipocrisia, não é mesmo, caro leitor? No entanto, ele logo teve uma ideia.
- Vai lá e usa essa raiva no Giovane!
E Giovane continuava andando na frente apenas ouvindo essa conversa, quando foi chamado.
- Giovane! Chega aqui!
E lá ele foi conversar com ele.
- O que foi dessa vez?
- A Sabrina quer te dar um soco.
Mas ela não queria.
- Não, eu não vou! – Disse ela.
- Por que não? – Perguntou Marcos
- Porque eu estou com raiva de você, não dele!
Mas depois dessa breve conversa, Giovane notou um olhar de Sabrina dirigido ao nosso herói. Sabrina realmente teria olhado para ele da forma que imaginava? Ou só estava ficando louco? Descobriria tudo isso em breve...
Dia 18 de agosto de 2018, sábado, por volta das 22:30 da noite Giovane é contatado por Marcos com uma mensagem:
- E aí, cara?
- Opa.
- Tudo beleza, cara?
- Tudo de boa.
- Então, cara... eu acho que você perdeu a aposta.
- Não, pois a aposta não tinha prazo. A única coisa que tinha prazo era eu dizer que sou um merda e a sexta já passou, então você foi enganado...
- Aí é que está, meu amigo quem está se enganando é você mesmo. O único que está sofrendo por amor é você.
- Sim, mas ainda assim, a cada dia minha coragem vai aumentando...
- Não se iluda meu pobre amigo. Esse seu coração não merece sofrer!
- Eu estou apenas contando os fatos.
- Não ame aquela garota, ela não merece você.
- Se fosse tão fácil assim... E você não vai me fazer desistir, porque sou brasileiro e brasileiro não desiste nunca!
- Entendo, apenas não quero que sofra por algo que não tem futuro.
- Eu já sofri para caralho, eu tentar isso não vai aumentar a dor que eu sinto por não estar ao lado dela.
- Você realmente quer isso, não quer?
- Sim, porra!
- Para que você possa ver que eu não estou mentindo. Eu nunca disse isso para você, porém... eu realmente não tenho nada para fazer.
- Etcha porra!
- Sim, essa foi a única palavra que você nunca me ouviu dizer.
- E qual seria? – Perguntou Giovane apenas para ver Marcos admitindo que estava tão perdido quanto ele.
- Eu não sei o que fazer.
- Ca ra lhou.
- Por conta dela, não tem muito o que fazer.
- Isso mostra que é um caso absurdamente difícil.
- Sim, porém não impossível.
- Até porque nada é impossível, exceto o Palmeiras ganhar um Mundial. Isso é impossível.
- Kkk verdade. Como eu já vi que você não vai desistir da Sabrina...
- Certamente que não.
- Eu vou pelo menos tentar ajudar.
- Que bondoso.
- Porém, como nada na vida é perfeito, eu vou usar minhas técnicas...
- Caralho. Tenho trauma dessas técnicas.
- Pode apostar! Até porque, eu aprimorei elas...
- Acho bom mesmo, kkk
- Porém não foi para um lado bom! Foi para um lado mais extremo.
- Puta merda.
- Eu já pensei no que vou fazer. Funciona muito em filmes e novelas.
- Diga-me.
- Vou trancar vocês dois, em algum lugar sozinho.
- Caralho. – Giovane já sabia que aquele plano não iria funcionar, porém decidiu ouvir até o fim.
- Vai ser perfeito. Você vai ver, aí é por sua conta. Na verdade, a parte mais difícil sempre vai ser para você.
- Eu estou com um certo medo do que pode acontecer.
- Ela pode falar tudo que sente por você, ou ela pode ficar de fato com você.
- Ou pode não acontecer nada.
Depois de um tempo de conversa Marcos se convenceu de que seu plano não era dos melhores. Até que disse:
- Eu te ajudo e você me ajuda. Eu te ensino o que sei, e você o que sabe...
- O que exatamente você precisa?
- Eu quero saber como você pensa tanto e quero saber como você é tão concentrado, etc....
- Caralho, sério?
- Sim.
- Ok, aqui vai. Não tem segredo: Você só tem que pensar que sua vida dependesse daquilo. Mas, o lance de ser pensativo, acho que é porque eu não tenho muito o que fazer, apenas pensar.
- Ótimo!
- Espero ter ajudado.
- Ajudou sim, muito obrigado. Agora o que você precisa?
- Fora o lance da Sabrina, nada.
- A melhor opção seria chegar nela em alguma hora em que ela estivesse sozinha ou falar que é uma conversa em particular.
- Sim, o lance é que eu preciso de coragem.
- Quer saber, você transmite confiança. Algo que eu queria muito transmitir.
- Só reprimir suas emoções e mostrar nos momentos mais cruciais.
- Como assim?
- Você nunca sabe se eu estou feliz ou triste, certo?
- Certo.
- Mas as minhas emoções mudam. Tudo que eu faço é mostrar o que eu quero que os outros vejam: A minha cara de indiferença de sempre.
- Porra.
- É basicamente só isso.
- Valeu, cara.
- Você me ajuda muito, estou retribuindo.
- Muito obrigado. Mesmo, cara.
- Não há de quê.
Dia 19 de agosto de 2018, Marcos envia uma mensagem por volta das 21:00 para Giovane:
- Cara, estamos na mesma situação. Eu me apaixonei e ela não dá bola para mim. Fudeu, eu me apaixonei. Isso não é natural no universo.
- Vamos conversar.
- Fudeu.
- Você se fodeu.
- Sim, Fudeu. Eu me apaixonei e isso não é normal da porra da natureza! Eu sou Marcos Ribeiro, não posso me apaixonar!
- Agora sente o que eu sinto há quase dois anos. Não é fácil quando é com você, né?
- Literalmente não. Mano, ela é maravilhosa e não me dá bola. Nem com meus truques e experiência não consigo.
- Você sabe que se eu conseguir ficar com a Sabrina e você não pegar essa mina, o mundo deu uma puta volta.
- Sim.
- Algo de errado não está certo.
- Nem um pouco. Mas, mano ela é perfeita! Pensa na Sabrina e multiplica por 20.
- Impossível!
- Juro.
- Para mim não existe nenhuma garota na face da terra que se compare à beleza da Sabrina. Acho que o amor faz isso...
- Mano, Fudeu. Eu me apaixonei. Pera aí...
- Eu poderia ser muito cuzão e não ajudar, mas você tentou me ajudar, então farei o que puder.
- Pronto. Não sou mais apaixonado.
O amor não é brincadeira de criança, é coisa séria e não se livra do amor tão rapidamente. E Giovane sabia disso, então ou Marcos não estava apaixonado desde o início, ou ainda estava apaixonado ou talvez estivesse inventando tudo aquilo.
- Ata kkk.
- Sério, passou. Eu me controlei.
- O amor vai e vem como uma montanha-russa.
- Não. Não comigo.
E foi então que nosso herói se preparou para fazer um dos melhores discursos de todos os tempos.
- Você pode ter esquecido agora, mas vai pensar nela de novo. E aí fodeu. Mas, se tem uma coisa que eu aprendi é que você tem que insistir...
- Não. Foda-se.
- ... até não ter mais forças. Você não vai esquece-la, apenas aceite o destino. Se você não tentar, alguém vai e você vai ficar muito arrependido. Então você não vai desistir, porra! Logo você, o cara que me incentivou a correr atrás da Sabrina, não pode simplesmente desistir. Essa pode ser a mulher da sua vida, então você teria que ser muito burro para deixar de tentar. E é por isso que você vai correr atrás dela.
Esse foi um puta discurso. Foi tão bom que parece que foi redirecionado a si mesmo e deu forças para ele fazer o que faria amanhã.
Dia 20 de agosto de 2018. O que nosso herói fez? Nada! Até tentaria falar com Sabrina, mas o problema é que não a via. Ficou todo depressivo por passar mais um dia sem conseguir e foi para casa. Chegando lá, sente uma certa fome e decide fazer uma omelete. Uma coisa que deve ser dita anteriormente, é que independente de quanta pimenta do reino colocasse, não conseguia sentir a picância que deveria. Fazendo a omelete, coloca pimenta do reino e seus dedos ficam sujos. Logo vem seu pai, com uma má intenção.
- Lambe a pimenta aí para você ver que não arde quase nada.
Giovane confiava em seu pai então provou e por um segundo pensou " nossa, não arde mesmo ", mas estava muito enganado e arrependido, pois depois de dizer isso, pôde sentir sua língua queimando como carvão em brasas, então pensou " vou tomar um copo de leite e estará tudo resolvido ", acontece que no momento a caixa de leite que estava na geladeira, havia acabado e Giovane teve que esperar cerca de trinta segundos de pura dor e sofrimento até conseguir abrir outra caixa de leite.
Esse pequeno conto não interfere em nada nossa história, mas achei que deveria ser compartilhado.
Quinta-feira, 23 de agosto de 2018. Nosso herói já está na escola durante a terceira aula, esperando o sinal para o intervalo. Ao ouvi-lo, Giovane, como sempre, começa a andar em voltas, porém, mais uma vez se depara com Sabrina, mas dessa vez ela não está andando, e sim parada com algumas garotas, o que eliminava completamente a possibilidade de tentar fazer seu plano, então apenas segue seu caminho. Voltando para a sala, ele não sabia, mas sua vida que já era depressiva, estava prestes a ficar pelo menos três vezes pior, por um tempo. Ao entrar e sentar em sua cadeira, pôde ouvir Yasmin, sua prima, dizer claramente que era um cupido, logo em seguida Sabrina conversa com alguém que ele não conseguira identificar, mas ouve a seguinte frase durante a conversa " Eu virei e dei um beijo na mina ". Naquele momento, não sabia o que fazer. Seus olhos começaram a lacrimejar como se estivesse cortando um milhão de cebolas enquanto um anão tailandês chicoteava suas costas. Sentiu que todo o sentido de sua vida havia acabado, sentiu-se como se o chão que estava aos seus pés havia desabado. Para esconder sua tristeza de todos e de si mesmo, Giovane adotou um comportamento bem agressivo, mas enquanto conversava com Marcos ouviu-o dizer:
- Vamos fazer uma aposta amanhã. Tipo os gringos jogam pôquer e apostam salgadinho essas coisas, já a gente que é fudido aposta bala. A gente poderia, sei lá, jogar algum jogo de azar tipo pôquer, truco...
- Eu toparia um truco. – Disse nosso protagonista.
- Ok, então amanhã todo mundo traz bala para apostar e a gente joga um truco.
Chegando em casa, de noite, Giovane decide contar a seus amigos sobre o motivo de ter ficado tão furioso a partir do intervalo, exceto por uma parte que ele não conseguia parar de rir como se fosse um retardado " Bebidas Xabás ". E ao contar para Semeão, ele recebe um discurso motivacional quase tão bom quanto o que havia feito para Marcos.
- Giovane, sabe o que você precisa?
- O que?
- TVNC
- Wtf?
- Tomar vergonha na cara.
- Porra, semeon.
- Criar coragem e ir.
- Sim. Só preciso do meu bigode, ele me transmite segurança.
- Não deixe que coloquem o dedo na sua cara e digam quem você é!
- Minha autoestima começou a subir...
- Virou mó conversa motivacionap. Maldito correto. R.
- Maldito analfabetismo!
- Cara, você é o cara!
- É bizarro que eu nunca pensei que não conseguiria por falta de coragem, mas sim por rejeição.
- Você vai conseguir. Se tiver a lábia mais do que perfeita, você é imbatível!
- Sim, eu só preciso chegar nela.
- E puxar um bom papo.
- Com puxar um papo, você deve saber que eu vou chegar fazendo a proposta.
- Hum, é mesmo?
- Se a porra do Marcos tivesse seguido o plano...
- Então quando você chegar nela, já sabe...
- Agora tenho que ir.
- Vou recobrar o favor do Marcos, mas falous.
- O Kauã está mandando eu jogar com ele.
- Olha só, escravatura, mas falous.
Naquele mesmo dia, ele cobrou o favor e Marcos concordou em ajudar.
Dia 24 de agosto de 2018, na escola durante a primeira aula que deveria ser de artes, mais uma vez é uma aula vaga. Ao andar com Sem Mão e Raul, como sempre nosso herói se depara com Sabrina sentada com algumas amigas. Dando algumas voltas, durante uma delas, ao passar pelo grupo de garotas, nosso protagonista consegue ver claramente Sabrina olhar diretamente para ele por cerca de três segundos. E não era qualquer olhar, era um olhar tão certeiro que não havia a possibilidade de ela estar olhando para algum outro lugar. Esse fator somado às informações que Giovane havia conseguido ouvir ao longo do tempo, lhe dava uma chance de 99% de Sabrina estar afim dele.
Feliz para cacete, depois que a aula vaga acaba, volta para a sala e vai fazendo as lições até chegar a última aula de geografia. Todos haviam se lembrado do que Marcos havia combinado sobre o truco. Mas ninguém trouxe um baralho.
Depois de tudo isso, com sua confiança, nosso herói faz uma das coisas que mais se arrependeria em sua vida, ele decide aumentar a aposta que havia feito com Marcos para 20 reais. Se ele conseguisse, seria ótimo ganhar esse dinheiro, mas Giovane não pensou no caso de não ganhar a aposta, pois estava cego pela ganância do dinheiro fácil. Marcos aceita a proposta e dessa vez foi mais esperto por ter colocado um prazo de dois dias na aposta.
Durante alguns dias, nada de tão importante acontece que deva ser mencionado nesse livro. Isso até o dia 30 de agosto de 2018...
Giovane decide que pediria Sabrina em namoro durante o recreio, mas para isso precisaria da ajuda de Marcos, que concordou em ajudar depois de certas negociações.
É chegado o intervalo e a tensão estava subindo, até porque agora além de Sabrina, 20 reais estavam em jogo, e nosso herói não tinha nem perto disso...
Giovane anda durante o recreio procurando Marcos e acaba o encontrando.
- Então, cara... agora seria uma ótima hora para aquela ajuda...- Disse nosso protagonista.
- Ah, sim claro, claro... A gente só precisa encontrar a Sabrina...
E lá se vão Marcos, Giovane e Thiago (Não o Sem Mão) procurando a garota. Até que Marcos tem uma genial ideia (sem sarcasmo).
- Giovane, faz o seguinte: fica ali na árvore que eu vou ver se eu encontro ela e chamo-a aqui.
Nosso herói concordou com a cabeça e foi se dirigindo à árvore. Chegando lá, não parava de pensar o que iria dizer, até que de relance, consegue ver Marcos caminhando com Sabrina em sua direção. Eles haviam chegado.
- Então, o Giovane tem um negócio para te falar...
"É agora", pensava Giovane. Não havia mais escapatória.
- É então, é sobre o lance que eu ia falar ontem... Sabrina eu sou absurdamente afim de você, e você sabe disso, então... quer namorar comigo?
- Então... no momento eu não estou disponível..., mas se quiser a amizade, estamos aí.
Ele se sentia arrasado, detonado, zuado, fudido, quebrado.
Aquelas palavras ecoaram na cabeça de Giovane, que agradeceu a Sabrina por ter cedido seu tempo e foi embora andando. Por incrível que pareça, ele se sentia libertado. Triste, porém, libertado.
E nossa história termina aqui com um final não tão feliz(ou será que não?).
E com essa finalização, eu agradeço por ter tirado um tempo do seu dia para ler isso.
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2019.07.16 04:41 kannembergnumberOne Fui estuprado e abusado por meses na minha infância por outro homem. Preciso de uma ajuda agora..

Minha namorada terminou comigo pois queria curtir a vida e etc, nosso namoro durou alguns anos e eu sempre achei que esses detalhes da minha vida não importasse pra ela. Até o momento que ela chegou pra mim e disse “to chupando o pau de outro cara, ele gozou.. isso é importante pra mim pq você não conseguia”. E eu não conseguia simplesmente pq eu era obrigado a passar por isso quando criança, e também não conseguia ficar de costas pra ela enquanto nu, nem deixar ela ver minha bunda (por conta das cicatrizes). Terminamos numa quinta feira e numa sexta ela tava com outro já. E todos os detalhes da nova relação dela ela fez questão de me contar quando eu tava na balada me divertindo com um amigo.. resultado? Sai de lá chorando. Ficamos juntos por alguns anos e perdemos a virgindade juntos e esse lance dela agora de estar namorando alguém normal, alguém sem problemas, e dela ter feito questão de me contar tudo isso faz com que eu me sinta um pouco sujo e incapaz de seguir em frente.
Não quero voltar com ela, não acho que vai dar certo depois das baixarias que ela tem feito e ela diz para os quatro cantos que me ama mas que não quer ficar comigo agora pq precisa curtir a vida e ter outras experiências.
Minha ajuda é, eu já lidei com esses problemas antes a ponto de conseguir falar sobre (porém somente meus pais e minha ex sabem) porém é evidente que não consegui eliminar todos bloqueios e traumas, alguém consegue me aconselhar que atitudes tomar? Como agir? Meu amor próprio está zerado, academia não adianta, dieta também não. Não tenho problemas com minha aparência.. só me sinto sujo e como se ninguém no mundo merecesse estar com alguém que passou por essas coisas. Eu estou de cabeça erguida e disposto a qualquer coisa pra seguir em frente, e não gostaria de incomodar meus pais mais uma vez com esse assunto.. foi difícil pra eles no passado.
Edit1: peguei o número de alguns psicólogos e vou tentar terapia com algum deles de antemão, caso não resolva aí irei atrás de médico psiquiatra. Estou aqui pra pedir ajuda anonimamente pois não quero envolver pessoas que já sofreram com isso. Nao se trata de nenhuma piada, não se trata de fanfic, e infelizmente isso aconteceu mesmo. Já perdi 11kg desde que terminei meu namoro. Obrigado aos que me ajudaram, daqui uns meses eu apresentarei um update.
Edit2: me livrei de todas as coisas da cuja pessoa e bloqueei ela de todas as redes sociais.
submitted by kannembergnumberOne to brasilivre [link] [comments]


2019.06.11 06:20 McpZ Minha relação com Asperger

Primeiro desabafo
Nasci no norte do Brasil, aqui o melhor médico é o avião, o segundo melhor é o barco. Não é que os médicos aqui sejam ruins, mas imagine você estudar para doenças comuns no sul e centro-oeste e estar numa região de doenças tropicais. A educação também não é a melhor, mas eu já era diferente de início e não sabia. Era muito calado, não socializava, e quando chegou na época da alfabetização estava claro que tinha algo estranho e meus pais me levaram num pediatra. Diagnóstico: déficit de aprendizagem. Comecei a ter aulas de reforço. Aos 7 anos eu já trabalhava e estudava, para mim isso era normal, meus pais tinham sido criados assim e assim também era na casa dos meus primos. Porém eu tinha que me esforçar mais, não podia ficar para trás nos estudos. A cobrança era grande. As vezes eu fugia na hora do descanso do trabalho para ler algo na biblioteca pública, assim com o passar dos anos meus primeiros livros foram toda a obra de Monteiro Lobato, pequeno príncipe, Mafalda, literaturas obrigatórias da escola. Admito que demorei para acompanhar a turma. Para alguns eu era um nerd, para muitos eu era um leso. Preferi ficar com os nerds, eles me ajudaram a estudar mais, mesmo quando eu cheguei a reprovar em história e matemática, estar junto com eles me dava foco. Um deles me ensinou a gostar de ler livros muito grande, como senhor dos anéis, o que futuramente me ajudaria nos estudos. O segundo me ajudou, com uma rivalidade saudável, a ter uma mente analítica, e graças a ele eu peguei o gosto por exatas, o último gostava de RPG, e viajava na maionese, eu gostava dos mundos que ele criava, e aprendi muito nas sessões de RPG sobre o poder da imaginação. Por fim chegou a puberdade e eu estava só outra vez, mas não que eu tivesse me tocado disso, me avisaram, eu só era eu mesmo. Enfim chegou o vestibular e eu tive a oportunidade de ir estudar em outro estado, se passasse, ficaria estudando mais 5 anos. Sinceramente na época eu nem sabia o que era vestibular, mas eu tinha pego o gosto pelo estudo, então eu fui. E foi o melhor ano da minha vida. Depois de ter passado em todos os vestibulares, e finalmente no que eu queria, pedi em namoro uma menina com quem me aproximei o ano inteiro, como falei no primeiro desabafo. Bom não deu muito certo essa parte. Faculdade, trabalho, algo começava a se manifestar estranho, tinha feito ótimos amigos em Belém, porém era como eu não conseguisse me comunicar direito com eles, que isso fosse normal com estranhos, mas com pessoas próximas era frustante. Eu ficava depremido, eles me ajudavam, faziam de tudo pra me deixar melhor. Até que um dia quebrei o pé de manhã, a menina que eu ainda gosto ligou de noite me cobrando ... E eu caguei. Não sei porque fiz, mas quando ela desligou eu sabia que não era eu. Eu fiquei envergonhado de mim, eu não me entendi. Foi foda. A partir daquele dia eu prestei mais atenção em mim. Eu achava que tinha claustrofobia... mas algo estava errado, déficit de aprendizagem, eu já apreendia mais rápido que os outros, mas eu ...era estranho. Muito bonzinho, odeio porque odeio, amo porque amo, amoral, já entreguei flores a pessoas depremidas, levo comida para outros no trabalho, estudo todo dia( tornei um hábito), não julgo pessoas ( mas a ela deve caber a consequência de seus atos), penso que todos somos humanos e podemos fazer coisas boas e ruins. No ano de 2009 meu pai teve um ataque cardíaco, e eu, que tinha acabado de terminar a faculdade fui ajudar a família. Esse ano foi horrível, quando meu pai estava se recuperando, algo acontece comigo: ataque de pânico. Inicialmente vários ataques de pânico ao dia ao ponto que eu não saía de casa, os ataques eram causados por ansiedade, e eu já tinha um quadro depressivo que não tinha sido diagnosticado antes. Mesmo na época em que eu estava quase sedado, a ansiedade era tanta, que consegui um ótimo emprego, que permitiu eu me cuidar. Com o ótimo emprego pude pagar o melhor tratamento possível e foi quando descobri que tinha Asperger, e que minha crise de ansiedade, pânico, depressão, foi causado eu ter estourado meus limites emocionais e suportado demais. Hoje eu me entendo plenamente, só tomo o remédio básico pois uma vez que você ultrapassa seu limite, você tem que reaprender a se respeitar, e descobrir quando deve se permitir. É um professor, que de modo cruel, só quer sua felicidade.
TL;DR: não ter diagnóstico cedo de autismo pode causar sérios problemas de saúde mental e social
submitted by McpZ to desabafos [link] [comments]


2017.07.08 18:39 Shunnedo Sou uma criança de 24 anos ?

Olá parceiros de subreddit, gostaria de saber a opinião de vocês sobre algo que vem me incomodando há algum tempo, e gostaria de ouvir algumas sugestões.
Tenho 24 anos, sou médico formado há quase um ano, e ganho um salário muito bom... Porém, nem tudo na minha vida é uma maravilha. As coisas que mais gosto de fazer para me divertir são jogar jogos de computador (como league of legends e dota2), assitir animes e coisas do tipo... Enfim, coisas que não se espera que uma pessoa da minha idade faça.
Sempre gostei de jogar video-games, desde os 8 anos de idade era o tipo de atividade que mais me agradava. Durante a adolescência briguei muito com meus pais porque eu jogava muito tempo, sempre fui viciado, mas sempre fui feliz fazendo isso.
Durante a faculdade eu passava muito tempo jogando, tinha até alguns amigos que jogam na faculdade, e jogava com amigos que eu havia conhecido antes da faculdade também.
Agora vem o problema: ja ouvi diversas vezes de muitas pessoas diferentes que eu tenho que parar de fazer essas coisas e crescer, que essas não são coisas que adultos devem fazer. Namoro há 3 anos e minha namorada também tem essa opinião: isso não é coisa de adulto... e ela constantemente pede que eu pare de jogar. A mesma coisa ocorre com meus pais e minha família.
Já tentei parar varias vezes e começar a fazer coisas divertidas que pessoas da minha idade deveriam fazer: assistir series no netflix, viajar, assistir futebol, ir a shows, festas e etc... mas nunca consegui que estas fossem minhas fontes de diversão predominantes.
Jogo aproximadamente 4 horas por dia (alguns anos atrás eu jogava muito mais) e me divirto muito, me sinto realizado melhorando nos jogos e adoro competir. Mas essa expectativa da sociedade de que eu tenha outros passatempos mais "adultos" está acabando comigo... Não posso falar pra ninguém que faço essas coisas que ja perco toda a credibilidade, simplesmente não é algo socialmente aceito. Já venho sofrendo com isso há muito tempo.
Gostaria de saber a opinião de vocês... o que devo fazer ?
OBS: se alguém me reconhecer pelas características, favor não me expor! Obrigado.
submitted by Shunnedo to brasil [link] [comments]


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